A Organização Mundial do Comércio (OMC) será dirigida pela primeira vez em 25 anos por uma mulher africana ou asiática. A nigeriana Ngozi Okonjo-Tweala... Pela primeira vez a OMC será dirigida por uma mulher africana ou asiática

A Organização Mundial do Comércio (OMC) será dirigida pela primeira vez em 25 anos por uma mulher africana ou asiática.

A nigeriana Ngozi Okonjo-Tweala e a sul-coreana Yoo Myung-Hee foram anunciadas nesta quinta-feira (8) como candidatas a substituir o brasileiro Roberto Azevêdo, que renunciou ao cargo de diretor-geral em agosto, um ano antes do final do mandato.

O resultado da eleição será conhecido no mês que vem.

Ngozi, de 66 anos, foi a primeira mulher a comandar os ministérios das Finanças e das Relações Exteriores da Nigéria. Economista, também foi diretora de operações do Banco Mundial e presidente da Aliança Global para Imunização e Vacinação (GAVI em inglês) e foi uma das chefes de um dos programas de combate à pandemia da Covid-19 da Organização Mundial da Saúde (OMS).


O currículo de Yoo Myung-Hee, de 53 anos, também é respeitável.

Ela foi a primeira mulher a dirigir o ministério do Comércio da Coreia do Sul e era a representante do país junto à OMC. Também liderou negociações sobre acordos de livre comércio, como o da China com a Coreia do Sul, e trabalhou na embaixada sul-coreana em Pequim, entre 2007 e 2010.

Seja qual for a vencedora, ela vai precisar resolver um dos principais problemas da organização, a crise entre as duas maiores potências do mundo, os EUA e a China.

Equipe TV Democracia

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