Faltam 200 dias para os Jogos Olímpicos, mas, Tóquio está longe de ser uma metrópole que controlou a pandemia do coronavírus. A doença, que... A 200 dias dos Jogos Olímpicos, Tóquio está longe de controlar a pandemia


Faltam 200 dias para os Jogos Olímpicos, mas, Tóquio está longe de ser uma metrópole que controlou a pandemia do coronavírus.

A doença, que já provocou o adiamento do evento, que deveria acontecer em julho de 2020, provocou a adoção de novas medidas de quarentena na capital japonesa a partir desta segunda-feira (4).

Entre elas, a limitação de horário dos restaurantes e o pedido das autoridades para que a população evite passeios não urgentes e não essenciais depois das 20h.

Não está descartada a decretação de um novo estado de emergência nesta sexta-feira (8), com duração até o final do mês.

A decisão caberá ao primeiro-ministro, Yoshihide Suga, que afirmou hoje (4) que a situação é “muito grave”.

Alvo de críticas pela gestão de combate à pandemia, Suga reafirmou que os Jogos Olímpicos estão mantidos e que a organização do evento será “uma prova de que a humanidade venceu o vírus”.

No último dia de 2020, pela primeira vez o Japão passou a marca de 4 mil casos em 24h.

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins divulgados às 12h45 desta segunda-feira (4), o país chegou a 3.429 mortes e 245.293 casos de Covid-19.

A situação piorou em dezembro, quando foram estabelecidos recordes de casos (86.906) e de óbitos (1.219).

Para conter o avanço da pandemia, no sábado (2), quatro governadores da região metropolitana de Tóquio pediram ao governo que declare estado de emergência, como os de abril e maio do ano passado.

O primeiro-ministro teme um novo tombo da economia, que atravessa recessão há nove meses, mas, para evitar um desgaste político, já admite que “uma mensagem mais contundente é necessária”.

O estado de emergência autoriza os governos locais a recomendar o fechamento de empresas e que as pessoas permaneçam em suas casas.

As medidas são voluntárias e não preveem punições em caso de desobediência.

Para isso, o governo central precisaria mudar a legislação.

Yoshihide, de 72 anos, declarou que a vacinação poderá começar no final de fevereiro e que será um dos primeiros a ser imunizados.

Na primeira etapa da campanha deverão serão vacinados profissionais da saúde, idosos e funcionários de asilos e casas de repouso.

Equipe TV Democracia

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