O Brasil já registrou 166.847 mortes e 5.912.903 casos de Covid-19. Os números do consórcio de veículos de imprensa foram divulgados às 13h desta... Anvisa muda regras para acelerar liberação de vacinas contra Covid-19

O Brasil já registrou 166.847 mortes e 5.912.903 casos de Covid-19.

Os números do consórcio de veículos de imprensa foram divulgados às 13h desta quarta-feira (18).

Um dos novos casos é o da ex-ministra da Agricultura, a senadora Kátia Abreu (PP-TO).

Numa rede social, nesta terça-feira (17), ela informou que havia testado positivo para Covid-19, depois de quatro exames.

Três assessores dela haviam contraído a doença na semana passada.

A senadora teve sintomas leves e está cumprindo isolamento na residência, em Palmas (TO).

O governo Bolsonaro liberou cerca de US$ 1,6 milhão (R$ 8,5 milhões) para a Aliança Global para Vacinas e Imunização (Gavi), o programa coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A doação foi aprovada pelo Congresso e a autorização foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (18).

O dinheiro será destinado ao financiamento de vacinas contra Covid-19 para 92 países de renda média e baixa.

Até agora o programa arrecadou US$ 2 bilhões, mas precisa de mais US$ 5 bilhões.

As novas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para acelerar o processo de aprovação de vacinas contra a Covid-19 no país já estão em vigor.

Elas foram publicadas no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (18).

Agora, os laboratórios interessados em registrar uma vacina contra Covid-19 poderão enviar os dados técnicos de forma contínua e não quando todos os documentos estiverem reunidos para serem apresentados à Anvisa.

As empresas precisam ter um Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) protocolado no órgão.

Com o processo em andamento, os técnicos do governo podem começar a analisar o que está pronto sem precisar esperar por mais documentação.

A Anvisa também dispensou duas etapas, a análise do impacto regulatório e a consulta pública, “devido ao grau de urgência e gravidade”.

A portaria só vale para vacinas contra a Covid-19 em última fase de testes no Brasil, que são os casos de quatro imunizantes: a Coronavac, a Pfizer/BioNTech, Janssen (Johnson & Johnson) e Oxford/AstraZeneca.

Para adiantar o processo de aprovação, uma equipe de técnicos da Anvisa já está na China.

Depois de cumprir a quarentena obrigatória de 14 dias, ela vai visitar os laboratórios Sinovac, que desenvolve a Coronavac com o Instituto Butantan; e Wuxi, que produz insumos para a vacina Oxford/AstraZeneca.

Equipe TV Democracia

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