Os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos EUA, Donald Trump, são os grandes ausentes da reunião organizada pela Organização das Nações Unidas para... Bolsonaro e Trump não vão participar de reunião da ONU sobre a pandemia de Covid-19

Os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro, e dos EUA, Donald Trump, são os grandes ausentes da reunião organizada pela Organização das Nações Unidas para discutir um esforço global para superar a crise causada pela pandemia do coronavírus.

Todos os governos do mundo foram convocados para os dois dias de debates por videoconferência que acontecem nesta quinta-feira (3) e amanhã (4).

A ONU confirmou a participação de 90 presidentes e chefes de governo na Assembleia Geral.

Pelas regras diplomáticas, presidentes e primeiros-ministros têm prioridade para discursar.

Como o Brasil será representado pelo chanceler Ernesto Araújo, foi colocado no fim da fila.

Segundo o correspondente da TV DEMOCRACIA na Suíça, Jamil Chade, entre os líderes presentes estão a premiê alemã Angela Merkel, o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; o premiê britânico Boris Johnson, o turco Recep Erdogan, o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau, a líder neozelandesa Jacinda Ardern, e os novos presidentes do Peru, Francisco Rafael Sagasti, e da Bolívia, Luis Alberto Arce, entre outros.



O fato de Bolsonaro e Trump ignorarem o encontro não surpreende.

Ambos são críticos do multilateralismo e não aceitaram recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) no combate à pandemia, entre outros exemplos de oposição aos organismos internacionais.

Nesta quinta-feira (3), na Organização Mundial de Comércio (OMC), o Brasil se aliou aos países ricos contra a proposta de governos emergentes de suspender patentes de vacinas contra Covid-19.

A proposta é defendida por 99 dos cerca de 160 países membros e por entidades como a OMS e Médicos sem Fronteiras, entre outras.

A postura brasileira reverte a posição de destaque que o país teve na quebra de patentes de remédios contra a Aids.

O Itamaraty entende que os acordos existentes oferecem espaço político suficiente para os países adotarem as medidas necessárias para proteger a saúde pública sem atrapalhar os esforços de inovação.

Além disso, a proposta apresentada pela África do Sul poderia gerar incerteza jurídica.

Equipe TV Democracia

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