O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a reabertura do comércio e reclamou de que “talvez tenha havido um pouco de exagero” no modo... Bolsonaro volta a defender a reabertura da economia

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a reabertura do comércio e reclamou de que “talvez tenha havido um pouco de exagero” no modo como a pandemia do coronavírus foi tratada. Ele disse que a Organização Mundial da Saúde (OMS) cometeu equívocos, mas não especificou quais.

Bolsonaro participou hoje de um evento em Brasília. Em seguida, em entrevista ao canal BandNews, o presidente afirmou:”a gente apela aqui aos senhores governadores e prefeitos que, obviamente com responsabilidade, comecem a abrir o comércio. Porque novas informações vem do mundo todo, vem da OMS, através dos seus equívocos, que talvez tenha havido um pouco de exagero no trato dessa questão (pandemia) lá atrás.”

Bolsonaro nada comentou sobre o fato do Brasil ter ultrapassado a marca de 50.000 mortes causadas pelo coronavírus. Mas, voltou a defender o relaxamento das medidas de isolamento para não prejudicar demais a economia.

“Eu sempre falei. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra e não podemos, em alguns locais isolados daqui do Brasil, fazer com que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso que a própria pandemia!, disse o presidente.

Nesta segunda, ele voltou a manifestar o posicionamento, que vem demonstrando durante toda a pandemia, de que as medidas de isolamento devem ser relaxadas para não prejudicar demais a economia.

“Eu sempre falei. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra e não podemos, em alguns locais isolados daqui do Brasil, fazer com que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso que a própria pandemia”, disse Bolsonaro.

Ele não comentou sobre a decisão da família Bolsonaro de dispensar o advogado Frederick Wassef. Ele foi substituído por Rodrigo Roca, que até o final de 2018, foi advogado de defesa do ex-governador do RJ, Sérgio Cabral, que cumpre pena no complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, condenado a mais de 200 anos por corrupção, entre outros crimres.

Roca, que é irmão da outra advogada da família, Luciana Pires, que já defendia o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), também esteve na defesa de dois generais envolvidos em dois casos emblemáticos da ditadura militar: a tortura, morte e desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva e o caso Riocentro, quando um sargento morreu na explosão de uma bomba que seria colocada num show de artistas e políticos ligados à oposição.

Equipe TV Democracia

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