O Brasil é o número 84 entre 189 países listados no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) medido pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas... Brasil cai 5 posições no IDH: o melhor país é a Noruega e o Níger é o pior

O Brasil é o número 84 entre 189 países listados no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) medido pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD), que foi divulgado nesta terça-feira (15).

O país caiu cinco posições em 2019, com 0,765.

Era o 79º em 2018, com 0,762.

O Brasil segue no grupo de países com alto desenvolvimento humano, mas, está atrás de países sul-americanos como o Chile (43º com 0,851) e a Argentina (46º com 0,845) e à frente do Suriname, Paraguai, Bolívia, Venezuela e Guiana.

Na comparação com os países que integram o Brics, o Brasil só perde para a Rússia e está à frente da China, África do Sul e da Índia.

Três países europeus lideram o ranking.

Em primeiro, a Noruega (0,954), seguida pela Suíça (0,946) e Irlanda (0,942).

Entre os 10 primeiros, apenas três países não são europeus: Hong Kong, que divide o 4º lugar com a Alemanha (0,939); Austrália (6º com 0,938) e Singapura (9º com 0,935).

Três países africanos têm os piores IDHs: Chade, República Centro-Africana e o Níger, último colocado com 0,377).

O IDH foi criado em 1990 para substituir o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas por um país, como indicador para comparar o desenvolvimento das nações.

O PIB aponta a dimensão da economia de um país, mas falha ao não levar em conta os componentes sociais como saúde e educação.

Três itens compõem o cálculo do IDH:

1) Expectativa de vida.

2) Renda média per capita (divisão do PIB pelo número de habitantes).

3) Quantos anos as pessoas no país estudaram, que é dividido em dois: a média de anos que os adultos com mais de 25 anos estudaram e uma previsão de quantos anos as crianças antes da vida escolar deverão estudar.

No caso do Brasil, o item educação é o que mais pesou para a queda em 2019.

O índice varia entre 0 e 1. Quanto mais próximo do 0, pior o IDH, e o melhor é inverso.

Equipe TV Democracia

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