O Brasil faz parte de um pequeno grupo de países que permitem a entrada de estrangeiros por aeroportos sem que eles precisem passar por... Brasil é um dos poucos países do mundo que não impõem barreiras a estrangeiros nos aeroportos

(foto Beno Suckeveris)

O Brasil faz parte de um pequeno grupo de países que permitem a entrada de estrangeiros por aeroportos sem que eles precisem passar por testes de Covid-19 ou quarentena obrigatória de 14 dias.

Segundo a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), o Brasil, único país sul-americano desta lista, estão ao lado do México, Sérvia, Albânia e Macedônia do Norte, entre os poucos países que não fazem este tipo de controle.

A pandemia do coronavírus se espalhou primeiro pelo mundo, principalmente, pelas viagens aéreas.

Hoje, o Brasil autoriza a entrada de estrangeiros de qualquer nacionalidade em todos os aeroportos. O único pré-requisito obrigatório é o seguro saúde pelo tempo de estadia no país.

As fronteiras terrestres e aquaviárias continuam vedadas aos estrangeiros.

Aos poucos os vizinhos brasileiros começam a flexibilizar as regras de entrada nos respectivos países.

O Paraguai, por exemplo, liberou voos internacionais a partir desta quarta-feira (21).

No entanto, exige apresentação de teste negativo de Covid-19 e quarentena de 7 dias para quem ficar mais de uma semana no país.

A Bolívia também pede que os estrangeiros mostrem resultado negativo de teste para coronavírus feito com, no mínimo, uma semana antes da viagem.

A Argentina, que passou do milhão de casos e de 27 mil mortes por Covid-19 nesta semana; o Chile e a Venezuela, estão com as fronteiras fechadas para estrangeiros não residentes.

No Uruguai, a restrição é a mesma, com exceção dos brasileiros que vivem na fronteira e que fiquem na cidade fronteiriça. Ou seja, não poderiam ir até a capital Montevidéu ou o balneário de Punta del Este, por exemplo.

O Peru, que só fica atrás do Brasil em número de mortes por Covid-19 (33.875) na América do Sul, e é o país com mais alta taxa de mortalidade entre os 20 países mais afetados pela pandemia, segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA); retomou voos comerciais internacionais no dia 5 de outubro apenas para a América Latina.

O governo local exige resultado negativo de teste contra Covid-19 realizado com, no mínimo, 3 dias de antecedência do voo e, se caso o viajante desembarcar com sintomas da doença, ele será isolado por 14 dias.

A Colômbia exige um resultado negativo por prazo maior, de 96h, e ainda o preenchimento obrigatório de um formulário disponível no site do governo, que deverá ser entregue entre 24h e 1h antes do voo.

Um e-mail de confirmação terá de se apresentado na chegada e o mesmo formulário deverá ser preenchido 24h antes da saída do país.

O México, segundo país com mais mortes (86.893) por coronavírus na América Latina, é menos restritivo para a entrada de estrangeiros.

Lá eles só precisam preencher um formulário.

Nos EUA, líderes mundiais em números de mortes (221.122) e casos (8.276.966), há um mês, o governo americano suspendeu as restrições de voos vindos de alguns países, entre eles, o Brasil.

Mas, não é qualquer brasileiro que consegue entrar no país.

As exceções são os que tem visto de permanência legal (green card), parentes imediatos de americanos e categorias específicas, como a de trabalho.

Equipe TV Democracia

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