O Brasil começa a semana com 176.962 mortes e 6.602.942 casos de coronavírus. Os números foram divulgados pelo consórcio de veículos de mídia às... Brasil está perto das 177 mil mortes por Covid-19: vacinação em SP deverá começar em janeiro

O Brasil começa a semana com 176.962 mortes e 6.602.942 casos de coronavírus.

Os números foram divulgados pelo consórcio de veículos de mídia às 20h deste domingo (6).

A média móvel de mortes (588) dos últimos 7 dias é a mais alta desde 11 de outubro, quando ela foi de 590.

A média móvel de casos dos últimos 7 dias é 37% maior do que a de 14 dias atrás.

Os números de mortes estavam em alta em 17 estados, estável no Distrito Federal e mais 5 estados e em queda em apenas 4.

Em várias partes do país foram registradas festas clandestinas e aglomerações. Em algumas cidades, a Polícia Militar foi chamada para encerrar os eventos.

Em Belo Horizonte, o decreto da prefeitura que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em bares e restaurantes entra em vigor nesta segunda-feira (7).

O sindicato do setor vai recorrer à Justiça para derrubar o decreto.

Em São Paulo, onde uma multidão lotou hoje (7) as ruas de comércio popular do centro da cidade, o governo do estado anunciou o plano de vacinação.

Apesar da vacina contra Covid-19, Coronavac, ainda não ter sido liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as autoridades paulistas esperam começar a campanha de imunização da população no dia 25 de janeiro.

A vacina será aplicada primeiro em profissionais da saúde, indígenas e quilombolas. Em fevereiro, será a vez dos idosos.

“Quem tem entre 50, 60 anos, a letalidade é de 3%. E ela é gradativamente subindo quem tem mais de 80 anos, até 80, 89 é de 32% e mais de 90 anos, é de 39%. E esse é o principal critério para a utilização da vacinação. Talvez o principal critério a ser utilizado é a vacinação das pessoas acima de 50 anos. São as pessoas quem têm mais risco, são as pessoas que saturam o sistema de saúde. Além disso, a vacinação dessas pessoas quebra o círculo de circulação do vírus”, explicou o coordenador do Centro de Contingência para Covid-19, José Medina, na semana passada.

A Coronavac é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em cooperação com o Instituto Butantan de São Paulo, que começa hoje o envase de até 1 milhão de doses.

(foto Beno Suckeveris)

O relatório final dos testes da fase 3 deverá ser entregue à Anvisa ainda em dezembro e não haverá pedido de uso emergencial do imunizante.

A Coronavac é pivô de uma briga política entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador de São Paulo, João Doria.

Na semana passada, Doria criticou o plano do governo federal de começar a vacinação contra Covid-19 em março sem incluir a Coronavac.

Equipe TV Democracia

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