Bastaram poucas horas para o Brasil passar de 128 mil mortes por Covid-19. O país registrou 128.119 óbitos e 4.179.471 casos de coronavírus. Os... Brasil passa de 128 mil mortes por Covid-19 e vai testar mais uma vacina contra a doença

Bastaram poucas horas para o Brasil passar de 128 mil mortes por Covid-19.

O país registrou 128.119 óbitos e 4.179.471 casos de coronavírus.

Os números foram divulgados pelo consórcio de veículos de mídia às 13h desta quarta-feira (10).

A boa notícia é que o Brasil vai testar mais uma vacina contra a Covid-19.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9) pelo Laboratório Diagnósticos da América (Dasa), grupo que engloba laboratórios conhecidos como o Lavoisier, o Delboni, Lâmina, Alta e Salomão Zoppi, entre outros.

A Dasa fechou parceria com a Covaxx, unidade da multinacional americana United Biomedical para realização dos testes da vacina, que ainda está na Fase 1, em Taiwan.

O diretor médico da Dasa, Gustavo Campana, disse em coletiva realizada por meio virtual, que o pedido para a realização dos exames clínicos no Brasil será entregue para Agência Nacional de Vigilância Sanitária em dezembro.

Ele acrescentou que, as fases 2 e 3 terão a participação de, no mínimo, 3 mil brasileiros para avaliar se a vacina é eficaz e segura e para definir quantas doses serão necessárias para ela provocar resposta imune ao vírus.

A base da vacina são os peptídeos, compostos de aminoácidos, e de acordo com os cientistas, foi projetada para disparar resposta celular para dar uma imunidade mais duradoura, e de anticorpos, ao mesmo tempo. Com isso estimularia o organismo a produzir “alta reação imunológica”.

“Dependendo das respostas dos estudos clínicos de fases 2 e 3, a vacina poderá ser aplicada em dose única”, informou Campana.

Segundo a Covaxx, por ser 100% sintética, portanto, sem uso de vírus em sua fabricação, a chamada vacina UB-612 tem baixo risco biológico e não requer tempo para cultivo de vírus, o que proporciona maior escalabilidade da produção.

A empresa americana de biotecnologia prevê uma produção de 100 milhões de doses no primeiro quadrimestre de 2021.

No Brasil, as primeiras 10 milhões de doses serão destinadas aos pacientes da Dasa, mas outros 15 milhões de doses serão distribuídas para a rede pública de saúde.

Quatro empresas brasileiras doaram R$ 30 milhões para os testes no país.

Equipe TV Democracia

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