O Brasil se aproxima de 6 milhões de casos e já passou de 168 mil mortes causadas pela Covid-19. De acordo com o levantamento... Brasil passa de 168 mil mortes e se aproxima de 6 milhões de casos de Covid-19

O Brasil se aproxima de 6 milhões de casos e já passou de 168 mil mortes causadas pela Covid-19.

De acordo com o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, a pandemia matou 168.141 pessoas e infectou outras 5.983.100.

Nas últimas 24h foram registradas 644 mortes e 35.686 casos.

A média móvel de óbitos (544) dos últimos 7 dias é 54% à variação de 14 dias atrás.

Já a média móvel de casos (28.635) dos últimos 7 dias subiu mais ainda: 77% em relação a de 2 semanas anteriores.

Até a noite desta quinta-feira (19), os números de mortes estavam em alta em 13 estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, São Paulo, Amapá, Roraima, Tocantins, Rondônia e Rio Grande do Norte.

A tendência era de estabilidade no Distrito Federal e em 4 estados: Bahia, Pernambuco, Ceará e Pará.

A curva da pandemia estava em baixa em 9 estados: Sergipe, Piauí, Paraíba, Maranhão, Acre, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Pelo segundo mês seguido, houve queda no total de testes moleculares (RT-PCR) para diagnóstico da Covid-19 no país.

Segundo o ministério da Saúde, em outubro, foram 28.644 testes.

Em setembro, foram feitos 31.492 exames.

Os números mostram que o Brasil está na contramão do que determina a Organização Mundial de Saúde (OMS), que é a ampliação dos testes que servem para identificar, rastrear e frear o avanço da pandemia.

Nesta quinta-feira (19), o presidente do laboratório brasileiro União Química, Fernando Marques, declarou que planeja iniciar as pesquisas da fase 3 da vacina russa Sputnik V em janeiro.

Ele vai enviar documentos sobre o imunizante para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nos próximos dias.

Esta semana, o Instituto Gamaleya de Moscou informou que a Sputnik V apresentou eficácia superior a 90%.

A vacina, a primeira do mundo, foi lançada em agosto, mas é vista com desconfiança pela comunidade científica internacional por não ter apresentado nenhum estudo que comprove a eficiência dela.

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