> O Brasil perdeu 61.314 pessoas vítimas do coronavírus. O número de casos confirmado subiu par 1.476.884. Os números foram divulgados às 13h desta... Brasil passa de 61 mil mortes por coronavírus

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O Brasil perdeu 61.314 pessoas vítimas do coronavírus. O número de casos confirmado subiu par 1.476.884. Os números foram divulgados às 13h desta quinta-feira, pelo consórcio dos veículos de mídia.

Entre os dias 8 e 28 de junho, os números de casos e mortes na região Centro-Oeste cresceram 191%, quase quatro vezes a média nacional, que foi de 51,4%.

Em pleno menos 13 capitais, a taxa de ocupação dos leitos de UTIs supera os 80%. A situação é pior em Natal (RN), onde todos os leitos da rede estadual estão ocupados há um mês.

No Mato Grosso, a taxa de ocupação dos leitos de UTIs beira os 100%.

No vizinho Mato Grosso do Sul (MS), o epicentro da doença é Dourados, a segunda maior cidade do estado, com 2.470 casos e 24 mortes. No começo de junho, eram 236 pessoas infectadas. A decisão da prefeitura de abrir a economia e flexibilizar as regras da quarentena antes do tempo devido, e as falhas no controle sanitário de um frigorífico da JBS, onde trabalham mais de 4.000 funcionários, são apontados como as principais causas do avanço da doença.

Na região de Dourados, há várias aldeias indígenas. Foi numa delas que houve o primeiro caso de um indígena contaminado por Covid-19 no MS. Até ontem (1), foram notificados 145 casos entre os indígenas.

O estado de São Paulo ultrapassou a marca de 300 mil casos. Segundo o consórcio de veículos de midia, são 302.199 pessoas infectadas e 15.351 mortes.

Quem não usar máscara, o que é obrigatório no estado, pode ser multado. A medida vale também para comerciantes que permitirem a entrada de clientes e funcionários sem a proteção. De acordo com a Vigilância Sanitária, responsável pela fiscalização, a máscara é de uso obrigatório para crianças acima de 2 anos. As punições não se aplicam a motoristas e passageiros de carros particulares e quando a pessoa faz refeição ou fuma em espaços públicos. O uso indevido, como colocar a máscara no pescoço, é passível de multa.

O governador do Distrito Federal, Ibaneiz Rocha (MDB-DF), que havia decretado estado de calamidade pública nesta semana, anunciou hoje, uma flexibilização das regras de quarentena dentro de protocolos sanitários. Na lista, está incluída a reabertura das escolas, que estão fechadas há três meses.

Salões de beleza e academias voltarão a funcionar no próximo dia 7. Na semana seguinte, no dia 15, bares e restaurantes poderão reabrir.

As aulas nas escolas e faculdades particulares serão retomadas no dia 27. Na rede pública de ensino, a data de volta é o dia 3 de agosto. As creches seguem fechadas.

O secretário de saúde do Pará, Alberto Beltrame, pediu licença do cargo. Ele também renunciou à presidência do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass).

Beltrame está sendo investigado pela Polícia Federal por compras irregulares de respiradores para o combate ao coronavírus no estado. Ele disse que pediu licença para cuidar da saúde e para se dedicar à defesa no inquérito.

Em vídeo divulgado em redes sociais, o governador Helder Barbalho (MDB-PA) defendeu o ex-secretário e anunciou o delegado da Polícia Federal, Rômulo Rodovalho, para assumir o cargo.

O prefeito da cidade baiana de Itabuna, Fernando Gomes (PTC-BA), causou polêmica ao declarar, em um vídeo, com a máscara no pescoço, que “morra quem morrer”, vai reabrir o comércio na próxima quinta-feira (9).

Itabuna, a maior cidade do sul da Bahia, com cerca de 200 mil habitantes, está com 100% dos leitos de UTI ocupados por doentes com coronavírus.

Hoje, o governador Rui Costa (PT-BA) disse que conversou com o prefeito, que desistiu da ideia de reabertura do comércio na semana que vem. Costa lembrou que Fernando “está no quinto mandato, tem quase 80 anos e que nunca se sentiu tão pressionado. Tem uma voz nacional que diz para abrir, que ganha apoio dos comerciantes com medo de quebrar”.

A partir de hoje, os turistas estão proibidos de visitar a cidade histórica de Tiradentes (MG), por causa da pandemia. Na cidade, estão algumas das principais obras de Aleijadinho.

Equipe TV Democracia

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