O Brasil passou de 7 milhões de casos de coronavírus nesta quinta-feira (17). De acordo com o levantamento do consórcio de veículos de imprensa... Brasil passa dos 7 milhões de casos de Covid-19: governo libera R$ 20 bilhões para campanha de vacinação

O Brasil passou de 7 milhões de casos de coronavírus nesta quinta-feira (17).

De acordo com o levantamento do consórcio de veículos de imprensa divulgado às 13h de hoje (17), já são 7.053.486 infectados pela Covid-19, que é a causa da morte de 183.959 pessoas.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro assinou a Medida Provisória (MP) que destina R$ 20 bilhões para a compra de vacinas e insumos para o plano nacional de vacinação.

O dinheiro já pode ser utilizado pelo ministério da Saúde.

A MP publicada em edição extra do Diário Oficial da União precisa ser aprovada pelo Congresso em 120 dias, senão perde a validade.

O presidente garante que o governo vai comprar todas as vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e reafirmou que todas estarão à disposição dos brasileiros “de forma gratuita e voluntária”.

Os recursos liberados hoje (17) servirão para a compra de vacinas, seringas, agulhas, para o financiamento da logística do plano de vacinação e para campanhas de comunicação.

Em sessão remota no Senado, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, declarou que o país deverá receber 24,7 milhões de doses em janeiro, 37,7 milhões em fevereiro e 31 milhões em março.

As vacinas que serão entregues são a desenvolvida pela multinacional anglo-sueca AstraZeneca em parceria com a Universidade Oxford (Reino Unido) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro; a Coronavac do laboratório chinês Sinovac e Instituto Butantan de São Paulo; e a da multinacional americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech.

Pazuello não deu detalhes das quantidades entregues por cada fabricante e lembrou que o Brasil faz parte da Covax Facility, o consórcio global de vacinas liderado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Temos dez fabricantes no consórcio e, no momento em que sair o registro de uma das 10, nós podemos optar a compra por uma delas e vamos para 42 milhões de doses entregues. Todas essas possibilidades e números, estamos em uma vanguarda, não estamos sendo atropelados, estamos em uma vanguarda”.

O ministro disse que o país vai ter 93,4 milhões de doses no primeiro trimestre de 2021.

As três vacinas precisam ser aplicadas em duas doses, o que significaria a imunização de cerca de 47 milhões de pessoas.

Equipe TV Democracia

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