Ao contrário de vários países europeus, asiáticos e vizinhos, como a Argentina e a Colômbia, O Brasil não vai proibir voos provenientes do Reino... Brasil vai monitorar voos vindos do Reino Unido

Guarulhos, SP (foto Beno Suckeveris)

Ao contrário de vários países europeus, asiáticos e vizinhos, como a Argentina e a Colômbia, O Brasil não vai proibir voos provenientes do Reino Unido para impedir um eventual contágio da mutação do coronavírus.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) preferiu adotar medidas de controle sanitário nos dois principais aeroportos internacionais do país, o de Guarulhos (SP) e o Tom Jobim (RJ).

Entre as normas estão a fiscalização, limpeza e desinfecção no interior da aeronave antes do desembarque e o acompanhamento dos passageiros até a área de imigração para evitar aglomeração.

Nesta terça-feira (22), a empresa alemã de biotecnologia BioNTech, que desenvolveu uma vacina contra Covid-19 com a multinacional americana Pfizer, anunciou que pode criar em menos de dois meses um imunizante adaptado à nova cepa de coronavírus detectada no Reino Unido.

“Tecnicamente somos capazes de fornecer uma nova vacina em seis semanas. A beleza da tecnologia do RNA mensageiro é que podemos diretamente começar a conceber uma vacina que imita fielmente a nova mutação”, disse o cofundador da BioNTech, o alemão de origem turca, Ugur Sahin, em entrevista coletiva.

A vacina com o RNA mensageiro funciona da seguinte maneira: injeta-se no paciente uma cópia de parte do código genético do vírus. É uma espécie de receita para que o corpo produza uma proteína do vírus. A presença dessa proteína desencadeia a produção de anticorpos.

Equipe TV Democracia

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