O Canadá é o terceiro país do mundo que faz vacinação em massa contra a Covid-19 com o imunizante desenvolvido pela multinacional americana Pfizer... Canadá começa a vacinar contra Covid-19: Sputnik V tem eficácia de 91,4%

O Canadá é o terceiro país do mundo que faz vacinação em massa contra a Covid-19 com o imunizante desenvolvido pela multinacional americana Pfizer e a empresa alemã de biotecnologia BioNTech.

Depois do Reino Unido e dos EUA, nesta segunda-feira (14), começou a campanha de vacinação no Canadá.

A primeira pessoa a receber a vacina foi a enfermeira Anita Quidangen, que trabalha num asilo de Toronto, a maior cidade canadense.

Neste primeiro momento, a prioridade é vacinar profissionais da Saúde de Toronto, Quebec e Montreal.

De acordo com o levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgado às 16h30 desta segunda-feira (14), o Canadá registrou 466.443 casos de Covid-19 – 173.734 em novembro, e 13.451 mortes (2.566 em novembro).

A Rússia anunciou hoje (14) que a vacina Sputnik V, a primeira contra Covid-19, que foi lançada em agosto, tem eficácia de 91,4%.

Ou seja, de cada 100 pessoas, cerca de 91 pessoas ficaram protegidas do coronavírus.

Segundo os cientistas do Instituto Gamaleya de Moscou, que desenvolveram o medicamento, nenhum voluntário vacinado teve efeito colateral grave.

A pesquisa foi feira com 22.714 participantes divididos em dois grupos: 17.032 receberam as duas doses da vacina e 5.682 receberam placebo (substância inócua).

Foram registrados 20 casos graves de Covid-19, todos no grupo placebo.

A pesquisa ainda não passou por um comitê independente e nem foi publicada em revista científica.

A Sputnik V já foi aplicada em mais de 200 mil pessoas na Rússia.

Agora, os cientistas russos vão preparar a documentação para pedir o registro acelerado da vacina em vários países, como a Índia, Emirados Árabes Unidos e a Bielorrússia.

O produto interessa aos governos da Bahia e do Paraná, mas depende de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, a Rússia é o quarto país do mundo com mais casos (2.656.601) e teve 46.846 mortes por Covid-19.

No Reino Unido, outro país que já começou a campanha de imunização em massa contra coronavírus, foi identificada uma nova variação do coronavírus no sul da Inglaterra, onde vem crescendo rapidamente o número de casos.

A informação foi dada pelo secretário da Saúde, Matt Hancock, na sessão de hoje (14) do Parlamento, e repassada à Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Identificamos mais de 1.000 casos com esta variante predominantemente no sul da Inglaterra”.

Ele disse que ainda não é possível saber se a nova cepa é capaz de causar doenças graves, mas, é “altamente improvável que a mutação falhe em responder a uma vacina”.

O Reino Unido, com 64.500 mortes, caiu para 6º lugar dos países com mais óbitos por Covid-19.

Foi ultrapassado pela Itália, que registrou 65.011 mortes, e que agora está atrás dos EUA, Brasil, Índia e México.

Mesmo com a campanha de vacinação, Hancock afirmou que medidas mais restritivas de quarentena entrarão em vigor nesta quarta-feira (16), em Londres.

É uma tentativa de conter o avanço da pandemia.

Só na última semana, foram mais de 24 mil casos.

A capital do Reino Unido vai voltar ao nível 3 (zona vermelha), o mais severo por indicar elevado risco de infecção e é praticamente um lockdown.

Entre as regras, estão o fechamento do comércio não essencial e a proibição de circulação das pessoas, exceto por motivos de trabalho ou de saúde urgentes.

As medidas deverão durar até o dia 23, mas poderão ser afrouxadas por cinco dias por causa do Natal.

Equipe TV Democracia

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