A cidade do Rio de Janeiro não corre risco de uma segunda onda da pandemia do coronavírus. A garantia foi dada pelo prefeito Marcelo... Crivella diz que é remota uma 2ª onda da pandemia no Rio e afrouxa regras da quarentena

A cidade do Rio de Janeiro não corre risco de uma segunda onda da pandemia do coronavírus.

A garantia foi dada pelo prefeito Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) nesta terça-feira (3).

“É remota, nas condições atuais, chance de uma segunda onda na cidade do Rio de Janeiro”, disse o prefeito que é candidato à reeleição nas eleições municipais de novembro.

Crivella afirmou que, neste domingo (1º), o Comitê Científico decidiu por unanimidade autorizar o início do período conservador que, praticamente, libera todas as atividades econômicas desde que sejam cumpridos os protocolos de saúde.

O comércio, por exemplo, poderá funcionar sem restrição de horário.

A capacidade das lojas caiu de 4 m² para 3 m² por cliente, mas não pode ultrapassar 2/3 da lotação máxima. O mesmo vale para as academias de ginástica.

A distância mínima entre as mesas diminuiu de 2 metros para 1,5 metro em lanchonetes, bares, quiosques, cafés, restaurantes, padarias e lojas de conveniência.

O sistema self-service poderá ser retomado em bares e restaurantes.

As pistas de dança estão liberadas.

Nos salões de beleza, o cliente já pode ser atendido por mais de um profissional ao mesmo tempo, como cabeleireiro e manicure.

A prefeitura também permitiu visitas hospitalares e eventos esportivos de rua, como corrida, triatlo e ciclismo.

As escolas de todas as séries e as creches privadas, que atendiam de forma voluntária, agora poderão receber todos os alunos e crianças.

No caso da rede pública municipal de ensino, a retomada facultativa de colégios e creches depende de decisão da comunidade escolar.

A volta obrigatória das aulas presenciais ainda não tem data marcada.

A permanência de banhistas nas areias das praias foi liberada, mas as barracas deverão ser instaladas a 1,5 m de distância.

Os ambulantes poderão vender bebida alcoólica.

Desde o início da pandemia a capital fluminense teve 12.119 mortes e 118.835 casos de coronavírus.

No estado, a situação é de estabilidade, ou seja, não há percentual de mortes acima ou abaixo dos 15%.

Equipe TV Democracia

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