Depois de mais de seis meses fechadas- o mais longo período entre os países europeus, as escolas da maior parte da Itália reabriram nesta... Depois de mais de 6 meses, escolas reabrem na Itália para receber 5,6 milhões de alunos: Israel entra na 2ª quarentena no dia 18

Depois de mais de seis meses fechadas- o mais longo período entre os países europeus, as escolas da maior parte da Itália reabriram nesta segunda-feira (14). Sob regras rígidas de higiene e distanciamento social, elas receberam 5,6 milhões de alunos de 13 das 20 regiões do país.

Nas outras sete, a retomada das aulas presenciais está prevista para a semana que vem.

O presidente Sergio Mattarella discursou na abertura do ano letivo.

Para ele, a ocasião tem o valor e o significado de um recomeço para toda a sociedade. “As crianças sentem isso, os adultos e as instituições entendem. Estamos diante de um desafio decisivo. A reabertura das escolas expressa a plena retomada da vida na Itália”, disse Mattarella.

“É uma prova para a República. É necessário manter um nível adequado de precaução até que cesse o grande perigo do vírus. O direito à educação deve andar de mãos dadas com o direito à saúde. Todos somos responsáveis e devemos sentir-nos responsáveis para com os outros”, acrescentou.

Após a China, a Itália foi o segundo epicentro mundial da pandemia.

O país registrou 35.624 mortes e 288.761 casos, segundo os números divulgados às 16h pela Universidade Johns Hopkins (EUA).

Um dos infectados foi o ex-primeiro-ministro e hoje eurodeputado Silvio Berlusconi.

Depois de 11 dias internado em um hospital de Milão, o político de 83 anos recebeu alta nesta segunda-feira.

Ele disse que passou pela “prova mais perigosa da vida” e deu um conselho aos estudantes neste momento de volta às aulas:

“Façam-no por vocês, por seus avós, professores e pais”.

Israel, que na semana passada, bateu o recorde de casos de Covid-19 em 7 dias (24.960), decretou uma nova quarentena de pelo menos três semanas.

É o primeiro país do mundo a impor um segundo confinamento à toda a população.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, em Israel, morreram 1.119 pessoas e outras 155.604 foram infectadas pela Covid-19.

A nova quarentena entra em vigor na próxima sexta-feira (18) e coincide com as datas religiosas mais importantes do Judaísmo, Rosh Hashaná, o Ano Novo que começa justamente nesta data, e o Yom Kippur (Dia do Perdão), no dia 27.

Neste período, comércio, hotéis e restaurantes ficarão fechados, ninguém poderá se afastar mais de 500 metros de casa e as reuniões familiares, incluindo as das festas religiosas, não poderão ter mais de 10 pessoas em ambientes fechados.

A reunião ministerial que aprovou as novas regras durou sete horas.

Logo em seguida, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu seguiu para o aeroporto de Jerusalém, palco de protestos.

A viagem para os EUA, onde ele vai assinar um acordo histórico com os Emirados Árabes Unidos e Bahrein sob a benção do aliado, o presidente americano Donald Trump, foi considerada inoportuna num momento em que Israel enfrenta problemas graves além da pandemia, como a grave crise econômica.

O editorial do jornal conservador Jerusalém Post não poupou o premiê sobre esta desconexão entre o que é certo e o que a população precisa: “Os acordos são importantes, mas o país se encontra no meio de uma guerra e está perdendo. Um líder não sai quando os soldados ainda estão no campo de batalha”.

A Austrália está bem perto de controlar novamente a pandemia.

Apesar do número de mortes ter ultrapassado a barreira de 800 (816) e do número de casos chegar a 26.690, segundo o The Sydney Morning Herald, é inegável que há uma queda nas médias dos últimos sete dias.

A média de mortes, por exemplo, caiu para 406, uma queda de 34,1% em relação ao intervalo de 14 dias, e mostra que a curva da doença caiu para níveis de março, quando a pandemia ainda engatinhava na Austrália.

Sydney (foto Beno Suckeveris)

Depois de 30 anos, o país entrou em recessão.

Com o coronavírus sob controle, a recuperação econômica é prioridade absoluta.

Em Sydney, a principal metrópole australiana, as autoridades locais planejam o funcionamento 24h de todas as atrações turísticas, bares, restaurantes e o comércio, entre outras atividades.

O projeto também prevê o funcionamento o tempo todo dos transportes – ônibus, metrô, ferry boats, e até mudança na legislação urbana para permitir shows noturnos e ao livre sem limite de decibéis.

Com esta vida efervescente, a ideia é transformar Sydney numa capital mundial do entretenimento. Uma Las Vegas, por exemplo.

Equipe TV Democracia

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