Os deputados estaduais de São Paulo, Gil Diniz (de barba) e Douglas Garcia, vão recorrer da decisão do PSL regional de expulsá-los do partido.... Deputados bolsonaristas expulsos pelo PSL vão recorrer da decisão

Os deputados estaduais de São Paulo, Gil Diniz (de barba) e Douglas Garcia, vão recorrer da decisão do PSL regional de expulsá-los do partido. Eles se dizem vítimas de perseguição por apoiarem o presidente Jair Bolsonaro.

O PSL anunciou a decisão nesta quarta-feira (15) por entender que ambos violaram as regras do partido, que veda a participação em atividades contrárias ao regime democrático. Eles tiveram irrestrito direito de defesa, mas não negaram os fatos a eles imputados, diz a nota do PSL.

Os parlamentares são alvos de inquéritos sobre fake news que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Ministério Público de São Paulo. Eles participaram de manifestações antidemocráticas contra os ministros da Corte.

Diniz e Garcia já haviam sido suspensos das atividades na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp, na foto) por um ano.

Diniz afirmou que, é “mentirosa” a alegação do afastamento por causa das fake news. Para ele, a punição foi por “infidelidade partidária”, por ter declarado na tribuna da Alesp, que “não era PSL, que era Bolsonaro”.

Numa rede social, o parlamentar disse que é contra intervenção militar: “Não sou favorável a intervenção militar, coisa que jamais defendi. Porém, reafirmo que sinto vergonha dos ministros do STF”. Ele também criticou os deputados federais, Júnior Bozzela e Joice Hasselmann, e o senador Major Olímpio, antigos aliados que hoje estão rompidos com o presidente Bolsonaro.

Douglas Garcia também publicou numa rede social, que foi expulso por “mera perseguição política. Entretanto, não vejo como uma derrota. Foi uma providência divina”.

Equipe TV Democracia

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