A posse de Carlos Alberto Decotelli no ministério da Educação estava marcada para esta terça-feira (30), mas foi adiada por tempo indeterminado. Por enquanto,... Descoberta mais mentiras de Decotelli

A posse de Carlos Alberto Decotelli no ministério da Educação estava marcada para esta terça-feira (30), mas foi adiada por tempo indeterminado. Por enquanto, o presidente Jair Bolsonaro, que esteve ontem com Decotelli, confirma a nomeação.

Segundo a colunista Carla Araújo, do UOL, com base em fontes do Palácio do Planalto, ele está na “corda-bamba” e deve entrar a demissão em breve. A pressão é grande depois que foram encontrados erros graves como plágios no currículo entregue ao governo, na semana passada.

Hoje, apareceram mais dois detalhes incômodos. No Rio de Janeiro, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) negou que ele fizesse parte do quadro de professores efetivos, entre 2001 e 2018, como aparece no currículo apresentado ao governo.

Segundo a FGV, ele deu aulas em curso de educação continuada, em programas de formação de executivos, mas era um colaborador sem vínculo com a instituição.

Na Alemanha, a professora emérita da Universidade de Wuppertal, Brigitte Wolf, desmentiu Decotelli. Ele colocou que fez o pós-doutorado com o apoio da empresa Krone. O ministro não chegou a entregar a tese e precisou alterar o currículo nesta segunda-feira, depois que a universidade ter informado que ele só fez um curso de três meses sob orientação da professora Brigitte. Os estudos não foram suficientes para que ele obtivesse o título de pós-doutor.

Ontem, Decotelli minimizou as acusações de plágios na tese de mestrado apresentada na FGV ao dizer que foram “distrações”

Equipe TV Democracia

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