Em menos de 15 anos, a lua sediará indústrias que produzem lixo tóxico, livrando a Terra de seus metabólitos mortais. Os astrônomos e os... Em menos de 15 anos a humanidade estará garimpando asteróides, dizem cientistas

Em menos de 15 anos, a lua sediará indústrias que produzem lixo tóxico, livrando a Terra de seus metabólitos mortais. Os astrônomos e os exploradores do espaço asseguram que há uma fortuna inimaginável orbitando o sistema solar. Seriam US$ 10 bilhões por habitante da Terra.

No programa Tertúlia desta quinta-feira (05), o jornalista Fábio Pannunzio e a cientista política Juliana Fratini receberam um pesquisador brasileiro que participou de uma das missões mais ambiciosas em bem-sucedidas do século passado: o pouso de uma sonda em um cometa que tem a forma de um gigantesco pato de borracha. O engenheiro Lucas Fonseca explicou como criou os algoritmos que guiaram a pequena sonda até a superfície do cometa, fazendo um pouso perfeito.

Enquanto o ser humano busca o caminho das estrelas, aqui embaixo, na Terra, 70 milhões de pessoas estão refugiadas, geralmente em péssimas condições. São homens, mulheres e crianças que perderam sua pátria, sua nacionalidade e sua cidadania para a miséria, as guerras, o terrorismo e as ditaduras. A fundadora da ONG Estou Refugiado, Luciana Capobianco, falou sobre esse paradoxo. Ela tenta encontrar ocupação para mais de 3 mil refugiados que o mercado de trabaklho teima em discriminar.

Também participaram do programa o gerente de economia e biodiversidade da Fundação Boticário, Andre Ferreti, o ambientalista João Paulo Capobianco, e as jornalistas Cynthia Van De Kamp e Madeleina Lacsko

 

Fabio Pannunzio

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