As empresas aéreas já programam o aumento de voos internacionais para o Brasil em julho. A pandemia do coronavírus reduziu em mais de 90%... Empresas vão aumentar os voos internacionais no Brasil a partir de julho

As empresas aéreas já programam o aumento de voos internacionais para o Brasil em julho.

A pandemia do coronavírus reduziu em mais de 90% o número de voos no país de março até hoje. Outros problemas que aumentaram a crise no setor foram o câmbio e o fechamento de fronteiras aéreas.

O período serviu, por exemplo, para a administração de Congonhas, em São Paulo, fazer obras na pista principal, já que os voos comerciais foram transferidos para os outros dois grandes aeroportos do estado, Guarulhos e Viracopos. Congonhas, um dos principais aeroportos do país, ficou aberto apenas para a aviação executiva e poucos voos comerciais. As pistas ociosas passaram a ser utilizadas como estacionamento de aeronaves.

A retomada dos voos domésticos começou gradualmente em maio. Além de SP, o aumento do número de voos internacionais também deverá acontecer no Rio de Janeiro, Recife (PE) e Fortaleza (CE).

A Companhia Boliviana de Aviación que, desde o dia 11 de junho, faz um voo semanal entre São Paulo e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), vai retomar os voos diários a partir de 1º de julho. Mesma data de recomeço das operações de outra empresa boliviana, a Amaszonas, que também opera entre São Paulo e Santa Cruz de La Sierra.

A Aeroméxico anunciou a volta do voo entre São Paulo e a Cidade do México no dia 11 de julho. A previsão é da volta de voos diários em agosto.

A Air France, que manteve voos partindo de São Paulo e Rio de Janeiro para Paris durante a pandemia, vai aumentar o número de quatro para oito voos semanais no dia 6 de julho. Cinco deles vão partir de São Paulo e os outros três do Rio. Não há previsão de retomada das operações de Fortaleza (CE).

A Air Europa retorna no dia 15 de julho, com três voos semanais entre São Paulo e Madri (Espanha). As operações em Salvador (BA) só recomeçarão em outubro, um mês antes de Fortaleza e Recife.

A Qatar Airlines vai aumentar o número de voos entre São Paulo e Doha (Qatar) a partir de julho.

A alemã Lufthansa voltará a operar voos diários entre São Paulo e Frankfurt (Alemanha) no mês que vem.

A suíça Swiss vai fazer três voos semanais entre São Paulo e Zurique (Suíça), a partir de 3 de julho.

A holandesa KLM, que se mantém ativa durante a pandemia, vai manter o número de 10 voos semanais para Amsterdam (Holanda). Seis são de São Paulo e outros quatro do Rio.

A marroquina Royal Air Maroc retoma a linha São Paulo-Casablanca no dia 12 de julho, com três voos semanais.

Uma das poucas empresas aéreas que manteve os voos internacionais nos últimos meses, a americana United, que opera diariamente a linha São Paulo-Houston (EUA), pretende retomar os voos entre São Paulo e Nova York (EUA) e Rio e Houston.

Outra companhia americana, a Delta, pretende recomeçar os voos entre São Paulo e Atlanta (EUA) a partir de 5 de agosto, com frequencia reduzida a quatro dias por semana.

A American Airlines só volta a operar no pais no dia 17 de agosto, com a linha Rio de Janeiro-Miami (EUA). A rota São Paulo-Miami será retomada no dia 19 de agosto. Os voos entre a capital paulista e as cidades americanas de Dallas e Los Angeles estão previstos para 25 de outubro.

O retorno da Alitalia e da Copa Airlines também deve acontecer em agosto. Já a Emirates, a Iberia e a Norwegian não tem planos de retomada de voos para o Brasil.

A FlyBondi depende de autorização do governo argentino para voltar a operar voos no país. As fronteiras aéreas da Argentina estão fechadas até o dia 1º de setembro.

Equipe TV Democracia

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