O Departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos desistiu da proposta de obrigar estudantes estrangeiros matriculados em instituições com aulas 100% on-line a... EUA desistem de deportar estudantes estrangeiros de cursos 100% on-line

O Departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos desistiu da proposta de obrigar estudantes estrangeiros matriculados em instituições com aulas 100% on-line a deixarem o país ou se mudarem para escolas ou universidades com ensino presencial.

Duas das mais importantes universidades americanas, Harvard (foto) e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), moveram uma ação contra o governo. Mas, ela não chegou a ser julgada, já que o departamento anunciou a desistência da medida no momento da audiência, em Boston.

Se o decreto anunciado pelo presidente Donald Trump no dia 6 de julho, entrasse em vigor no início do ano letivo, em setembro, a Imigração americana poderia aplicar sanções aos estudantes estrangeiros, que seriam passíveis de serem deportados para o país de origem.

Mas, em menos de uma semana, 17 estados e do Distrito de Columbia, onde fica a capital Washington, entraram com uma ação coletiva na Justiça contra o decreto.

Os Estados Unidos têm limitado a emissão de vistos para estrangeiros de vários países, entre eles, o Brasil, por causa da pandemia do coronavírus. Muitos estudantes teriam dificuldades para voltar ao país de origem e seriam prejudicados nos estudos.

O maior contingente de estudantes estrangeiros é da China, com 363,4 mil. Índia e Coreia do Sul vem em seguida. O Brasil, com 14,6 mil estudantes, é o nono colocado na lista, mas é o segundo país com maior aumento de alunos em um ano. Só fica atrás do Nepal.

Equipe TV Democracia

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