Os EUA passaram das 215 mil mortes por Covid-19. Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgados às 10h30 desta terça-feira (13), a...


Os EUA passaram das 215 mil mortes por Covid-19.

Segundo os dados da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgados às 10h30 desta terça-feira (13), a pandemia matou 1.081.746 pessoas e infectou outras 37.867.739 em todo o mundo.

Os cinco países com mais mortes são os EUA (215.089), Brasil (150.711), Índia (109.856), México (83.945) e o Reino Unido (42.965).

Nova York (foto Diana Suckeveris)


Em números de casos, os cinco primeiros são os EUA (7.804.699), Índia (7.175.880), Brasil (5.102.696), Rússia (1.318.783) e a Colômbia (919.084).

A Argentina ultrapassou a barreira de 900 mil casos (903.730) e é o sexto colocado nesta lista.

Buenos Aires (foto Diana Suckeveris)

O país registrou 24.186 mortes.

Uma holandesa de 89 anos é o primeiro caso de morte depois de reinfecção pelo coronavírus.

É o que aponta pesquisa publicada pela Universidade de Oxford (Reino Unido) nesta terça-feira (13).

A ciência havia reconhecido cinco casos de reinfecção pela Covid-19 no mundo.

A holandesa sofria de um raro tumor que comprometia o sistema imunológico.

Na primeira vez que testou positivo para Covid-19, ela foi internada com febre e tosse severa.

Após cinco dias, a paciente recebeu alta hospitalar.

Quase dois meses depois e dois dias após uma sessão de quimioterapia, ela voltou a ser infectada pela Covid-19 e foi internada com sintomas de febre, tosse e falta de ar.

A idosa chegou a fazer testes de anticorpos no quarto e no sexto dia de internação e ambos deram negativo.

Os exames foram comparados pelos pesquisadores com duas amostras dos testes que tinham dado resultados positivos.

Eles confirmaram que a composição genética do vírus era diferente, o que comprovaria a reinfecção.

A partir do oitavo dia, houve piora no estado de saúde da holandesa, que morreu depois de duas semanas de internação.

A Europa enfrenta uma segunda onda da pandemia.

Segundo a agência France Press (AFP), o continente registrou mais de 6,5 milhões de casos e 240 mil mortes.

O avanço obrigou o recuo de vários países que haviam flexibilizado as regras de quarentena.

Um deles é a Itália, com 36.205 mortes e 359.569 casos de coronavírus.

Para conter o avanço da doença, o primeiro-ministro, Giuseppe Conte, decretou novas restrições nesta terça-feira (13).

Elas entrarão em vigor a partir desta quarta-feira (14), com previsão de um mês de duração.

Uso de máscara é obrigatório inclusive dentro de casa quando pessoas que não sejam moradores estiverem presentes.

As escolas vão continuar abertas, mas com restrições para atividades fora da sala de aula. Viagens escolares estão proibidas.

Esportes de contato praticados por amadores, como o futebol, também estão vetados.

As exceções são os campeonatos organizados por entidades reconhecidas que respeitam os protocolos de segurança sanitária impostos pelas federações nacionais.

Festas em restaurantes, clubes ou a céu aberto estão proibidas.

Casamento e outras cerimônias têm capacidade limitada a até 30 pessoas.

Festas em casas ou reuniões com mais de seis pessoas por vez deverão ser evitadas.

Restaurantes e bares poderão ficar abertos até meia-noite, mas sem servir pessoas de pé, dentro ou fora do estabelecimento, depois das 21h.

Nesta terça-feira (13), em Luxemburgo, chanceleres europeus chegaram a um acordo de critérios comuns para definição de restrições de viagens dentro do continente neste momento de pandemia.

As recomendações, de caráter voluntário, estabelecem um mapa para delimitar as zonas de risco dentro da União Europeia (UE).

A cada semana o Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças (ECDC) vai publicar um mapa mostrando a situação dentro dos países membros identificados pelas cores verde, amarelo e vermelho, conforme o risco.

Uma quarta cor, cinza, estará prevista para as zonas sem dados suficientes ou que não realizam testes suficientes.

Os viajantes, com exceção de trabalhadores em funções consideradas essenciais, vindos das zonas laranja, vermelha ou cinza, as com maiores riscos de contágio, podem ser obrigados a respeitar uma quarentena ou teste obrigatório ao entrarem em outro país.

O país que prevê restrições para estes passageiros terá de informar ao estado membro em questão 48h antes do início das limitações, e os cidadãos também deverão ser advertidos 24h antes.

Todos os viajantes serão obrigados a preencher um formulário único que será adotado pela UE.

Equipe TV Democracia

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