A bela cidade de Nice, na Riviera Francesa, voltou a ser palco de um atentado terrorista. Um homem matou três pessoas e feriu várias... Homem mata 3 pessoas e fere várias na Basílica de Nice, na França

A bela cidade de Nice, na Riviera Francesa, voltou a ser palco de um atentado terrorista.

Um homem matou três pessoas e feriu várias a facadas nesta quinta-feira (29) na Basílica Notre-Dame e no entorno dela.

Segundo o prefeito, Christian Estrosi, o suspeito gritou Alá é grande antes de ser baleado e preso pela polícia.

Ele chegou a decapitar uma mulher.

A identidade do terrorista não foi revelada.

Ele está internado em estado grave.

O presidente da França, Emmanuel Macron, foi à Nice.

A Assembleia Nacional parou a sessão para fazer um minuto de silêncio pelas vítimas do ataque.

A Basílica fica a cerca de 1km do Passeio dos Ingleses, na praia de Nice, onde foi praticado outro ato terrorista no dia 14 de julho de 2016.

Na data nacional da França, milhares de pessoas assistiam à queima de fogos, quando um caminhão entrou em alta velocidade no local.

Várias pedestres foram atropelados,86 morreram e muitos ficaram feridos no ataque reivindicado pelo Estado Islâmico.

Poucas horas depois do atentado de hoje, a polícia matou um homem armado em Montfavet, perto de Avignon, no sul do país.

Ele também gritou Alá é grande quando ameaçou os moradores do local.

Um suspeito foi preso em Jeddah, na Arábia Saudita, depois de ferir com uma faca um guarda do consulado francês.

A vítima foi levada a um hospital e não corre perigo de morte.

Ainda não se sabe se há ligações entre os três ataques e até às 9h (horário de Brasília) nenhum grupo havia assumido a autoria dos atentados.

Há duas semanas, a França foi abalada com a decapitação do professor Samuel Paty por muçulmanos.

Ele mostrou uma charge do profeta Maomé publicada pela revista satírica Charlie Hebdo em uma aula sobre liberdade de expressão.

Imagens deste tipo são consideradas heresias pelos muçulmanos.

A morte do professor provocou grandes manifestações na França e Macron defendeu a liberdade de expressão.

No mês passado, duas mulheres ficaram gravemente feridas em um ataque terrorista perto da antiga redação da revista.

Em setembro, houve o julgamento de 14 acusados de cumplicidade pelo atentado contra o Charlie Hebdo, em 2015, quando 12 pessoas foram assassinadas.

Os ataques recentes provocaram uma crise entre a França e países muçulmanos.

A Turquia recomendou um boicote aos produtos franceses e chamou o embaixador de volta à Ancara.

O presidente do Egito, Abdel-Fattah al-Sisi, afirmou que a liberdade de expressão deveria parar de ofender mais de 1,5 bilhão de pessoas, mas condenou qualquer forma de violência ou terrorismo, de qualquer pessoa, em nome da defesa da religião, de símbolos religiosos ou de ícones.

Equipe TV Democracia

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