O Índice de Confiança da Indústria (ICI) medido pela Fundação Getúlio Vargas e Instituto Brasileiro de Economia (FGV-IBRE) é o maior desde janeiro de... Índice de Confiança da Indústria é o maior em 7 anos

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) medido pela Fundação Getúlio Vargas e Instituto Brasileiro de Economia (FGV-IBRE) é o maior desde janeiro de 2013.

O ICI subiu 8 pontos e foi para 106,7 pontos.

Foi a quinta alta seguida da taxa divulgada nesta segunda-feira (28).

A média do terceiro trimestre chegou a 98,4 pontos bem acima do trimestre anterior, o mais impactado pelos efeitos da pandemia na economia, que foi de 65,7 pontos.

Segundo a economista responsável pela pesquisa, Renata de Mello Franco, “a sondagem de setembro mostra o setor industrial satisfeito com o momento presente e moderadamente otimista em relação aos próximos três meses. Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre”.

Ela ressalvou que o otimismo moderado do setor para 2021 evidencia “Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”.

O Índice de Situação Atual (ISA) teve alta de 9,5 pontos para 107,3 pontos, o mais alto desde janeiro de 2013 (107,6 pontos).

O Índice de Expectativas (IE) subiu 6,3 pontos, foi para 105,9 pontos, o maior desde abril de 2013 (107,2 pontos).

Dos 19 segmentos industriais pesquisados em setembro, 18 registraram aumento da confiança.

O índice de empresas que estimam melhora cresceu de 33,0% para 39,9%.

As que projetam piora caiu de 22,5% para 13,6%.

A taxa de confiança no aumento de produção para o próximo trimestre subiu 3,3 pontos e foi para 111,1 pontos.

Já o indicador sobre o crescimento de emprego avançou 7,5 pontos (109,8 pontos).

Outro número positivo, o do Nível de Utilização da Capacidade Instalada cresceu 2,9 pontos percentuais, de 75,3% para 78,2%.

É o maior valor desde março de 2015 (78,4%).

A média do terceiro trimestre (75,3%) ficou bem acima da média do trimestre anterior (61,4%).

Equipe TV Democracia

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