Israel decretou medidas mais rigorosas de quarentena a partir da segunda-feira (7). Elas serão impostas em 30 regiões e são semelhantes às que vigoraram... Israel voltará a fechar escolas e atividades não essenciais por causa do avanço da pandemia

Jerusalém

Israel decretou medidas mais rigorosas de quarentena a partir da segunda-feira (7).

Elas serão impostas em 30 regiões e são semelhantes às que vigoraram em março, quando o país enfrentou a primeira onda da pandemia do coronavírus.

A circulação de pessoas ficará restrita às proximidades das residências e atividades não essenciais não vão poder funcionar.

A volta de 2 milhões de alunos às aulas presenciais nesta semana preocupou as autoridades, que temem novos casos nas próximas semanas. Por isso, as escolas, com exceção das creches, vão fechar novamente.

Em agosto, Israel implantou um novo esquema de rastreamento de infecções, que incluiu a participação do exército e a quarentena obrigatória para quem teve contato com pessoa doente com Covid-19.

Há também um controle por celular que, praticamente, monitora toda a população.

Apesar disso tudo, nas últimas 24h o país registrou o número recorde de casos (2.991).

Desde o início da pandemia, Israel perdeu 985 vidas e teve 124.455 infectados.

A pandemia voltou a avançar na Espanha e o governo não descarta um aperto maior nas regras da quarentena.

Só nas últimas 24h foram registrados 8.959 casos, a maioria na região metropolitana da capital Madri e no País Basco.

Na semana passada, o coronavírus infectou 59.006 pessoas, recorde no país, 9º do mundo com 488.513 casos.

A Espanha registrou 29.234 mortes. Na Europa, só ficou atrás do Reino Unido, Itália e França.

Equipe TV Democracia

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