Até esta segunda-feira (4), 13 milhões de pessoas de mais de 50 países já haviam sido vacinadas contra Covid-19. Israel autorizou ontem (4) o... Mais de 13 milhões de pessoas de todo o mundo já foram vacinadas contra Covid-19

Até esta segunda-feira (4), 13 milhões de pessoas de mais de 50 países já haviam sido vacinadas contra Covid-19.

Israel autorizou ontem (4) o uso da vacina contra Covid-19 da farmacêutica americana Moderna.

A empresa fechou acordo para o fornecimento de 6 milhões de doses que devem chegar ao país em dois meses.

Depois dos EUA e Canadá, Israel é o terceiro país a aprovar a vacina da Moderna.

O imunizante tem eficácia de 94,1%, atestada em estudo de cientistas independentes publicado pelo New England Journal of Medicine no dia 30 de dezembro.

A proporção de habitantes imunizados em Israel (14,4%) é a maior do mundo.

Mais da metade da população que faz parte do grupo de risco já foi vacinada.

O governo israelense espera imunizar 2 milhões de pessoas até o final do mês.

Se for mantido este ritmo, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, poderá suspender o estado de emergência, em vigor desde o início da pandemia, em março.

De acordo com os dados da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgados às 12h30 desta terça-feira (5), Israel registrou 3.445 mortes e 448.173 casos de Covid-19.

A Indonésia anunciou hoje (5) que vai começar a campanha nacional de vacinação na quarta-feira da semana que vem (13).

O presidente Joko Widodo, de 59 anos, vai receber a primeira das duas doses da vacina chinesa Coronavac, que já entregou 3 milhões de doses.

O país já garantiu 329 milhões de doses de vacinas da Coronavac, da Pfizer/BioNTech e da Oxford/AstraZeneca e da Covax Facility, a aliança global liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Ao contrário dos outros países que vacinaram primeiro os idosos, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades, a imunização na Indonésia vai priorizar pessoas de 18 a 59 anos que, segundo o governo local, estão mais expostas à contaminação e é o grupo com maior número de assintomáticos.

Além da Indonésia, Brasil, Chile, China e Turquia pretendem aplicar a Coronavac.

Na Turquia, a vacina apresentou eficácia de 91,25%.

O México liberou para uso emergencial a vacina Oxford/AstraZeneca.

É o segundo imunizante aprovado pela Comissão Federal de Proteção Contra Riscos Sanitários (Cofepris), o equivalente mexicano da brasileira Anvisa.

A vacinação em massa no país começou no dia 24 de dezembro, com a aplicação da vacina Pfizer/BioNTech em profissionais da saúde.

O presidente do México, López Obrador, disse que até 750 mil profissionais de saúde serão vacinados até a primeira quinzena do mês.

Até domingo (3), cerca de 30 mil mexicanos tinham recebido a primeira das duas doses da vacina.

Segundo a Universidade Johns Hopkins, o México registrou 127.757 mortes e 1.455.219.

Em número de óbitos, na América Latina, só fica atrás do Brasil.

O país tem um convênio para produzir e distribuir sem fins lucrativos a vacina Oxford/AstraZeneca para toda a América Latina, com exceção do Brasil.

O governo mexicano vai comprar 200 milhões de doses, sendo 77,4 milhões da Oxford/AstraZeneca.

A meta é imunizar gratuitamente 116 milhões de pessoas, quase toda a população (120 milhões).

Equipe TV Democracia

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