A Covid-19 é a causa da morte de 177.388 pessoas e de doença de outras 6.628.065 no Brasil. Os dados do consórcio de veículos... Média móvel de mortes por Covid-19 é a mais alta desde 10/10

A Covid-19 é a causa da morte de 177.388 pessoas e de doença de outras 6.628.065 no Brasil.

Os dados do consórcio de veículos de imprensa foram divulgados às 8h desta terça-feira (8).

Nas últimas 24h foram registrados 25.123 casos e 426 mortes.

Entre elas, a do ator Eduardo Galvão, de 58 anos.

Ele morreu na noite desta segunda-feira (7), no hospital Unimed Rio, na Barra da Tijuca.

Galvão estava entubado desde o dia 1º na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Ele deixa uma filha e uma neta.

Eduardo Galvão participou de várias novelas e produções nas TVs Globo, Band, Record e HBO, de filmes e peças de teatro.

A média móvel de mortes (603) dos últimos 7 dias é a mais alta desde o dia 10 de outubro (604) e é 23% superior a de 14 dias atrás.

A média móvel de casos (41.684) dos últimos dias é 37% maior do que a de 2 semanas anteriores.

Até a noite desta segunda-feira (7), a tendência era de alta no Distrito Federal e mais 17 estados: Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Acre, Amapá, Rondônia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Piauí, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Tocantins.

Em apenas 5 estados (Minas Gerais, Espírito Santo, Pará, Maranhão e Bahia), a situação era estável, em queda, em somente outros 4 estados (Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas e Goiás).

Nesta terça-feira (8), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, vai se reunir com os governadores para discutir o plano de vacinação nacional contra Covid-19.

Ontem (7), nas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro declarou que a futura vacina será distribuída gratuitamente e não será obrigatória.

“Em havendo certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – orientações científicas e os preceitos legais – o governo brasileiro ofertará a vacina a toda a população de forma gratuita e não obrigatória”.

Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o Congresso vai definir uma estratégia de imunização da população com ou sem a participação do governo federal.

Para ele, a sociedade “entrará em pânico” se o Brasil não tiver um plano de vacinação.

Na quinta-feira que vem (17), o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar uma ação que questiona se o governo Bolsonaro deve ou não elaborar plano de vacinação em até 30 dias.

Ontem (7), em nota, o ministério da Saúde informou que vai assinar nesta semana o memorando de intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina desenvolvida pela multinacional americana Pfizer e pela empresa alemã BioNTech.

O país deverá receber as doses no ano que vem.

O ministério não divulgou quanto será investido no acordo.

Equipe TV Democracia

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