O Brasil soma 147.607 mortes e 4.971.462 casos de coronavírus. Os números do consórcio de veículos de mídia foram divulgados às 8h desta quarta-feira... Média móvel de mortes por Covid-19 no Brasil fica abaixo de 700 pelo 14º dia seguido

São Paulo (foto Beno Suckeveris)

O Brasil soma 147.607 mortes e 4.971.462 casos de coronavírus.

Os números do consórcio de veículos de mídia foram divulgados às 8h desta quarta-feira (7).

A média móvel de mortes (652) dos últimos 7 dias é 7% menor em relação a 14 dias atrás.

É o 14º dia seguido que ela fica abaixo dos 700 óbitos.

A média móvel de casos (27.234) dos últimos 7 dias é 8% abaixo da registrada nas duas semanas anteriores.

Até a noite desta terça-feira (6), a curva de mortes estava em alta nos estados do Ceará, Amapá, Roraima, Amazonas e Acre.

Não houve aumentou ou queda significativa no número de mortes no Distrito Federal e em todos os estados das regiões Sul e Sudeste, no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Alagoas, Bahia, Maranhão, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte e Pernambuco.

Apenas quatro estados – Pará, Rondônia, Tocantins e Paraíba, estavam com a curva em queda.

Depois de mais de seis meses, as aulas presenciais em quase todos os níveis de ensino público e privado estão liberadas no estado de São Paulo, mas ainda com restrições de horários, capacidade limitada de alunos e protocolos de saúde e distanciamento social obrigatórios, como o uso de máscara.

A exceção é o ensino fundamental na rede estadual que tem data marcada para a retomada no dia 3 de novembro.

O ensino por meio remoto foi mantido.

A autorização vale para todos os municípios, mas cabe a cada prefeitura decidir se reabre ou não, as escolas para as aulas regulares ou apenas para atividades extracurriculares.

É o que acontece na capital paulista, que só vai permitir atividades como aulas de reforço, esporte, cultura ou laboratórios de informática e idiomas em horários reduzidos e com presença limitada de alunos.

As aulas regulares estão liberadas apenas os estudantes do ensino superior.

Nos demais níveis de ensino, a previsão é de retomada após o dia 10 de novembro.

A prefeitura delegou às direções a decisão de reabertura das escolas municipais.

Nesta quarta-feira (7), apenas uma voltou a funcionar.

Na rede estadual da capital paulista, também não houve adesão total. Somente 100 das 1.086 escolas reabriram hoje (7).

Das 4 mil escolas da rede privada, cerca de 3.200 abriram as portas, segundo o sindicato da categoria.

A disparidade foi criticada pela diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Cláudia Costin.

“Ela aumenta a desigualdade educacional, que já era muito grande antes da pandemia. Não dá para ficar com alguns discursos que temos ouvido de que só voltaria [as aulas] quando tiver vacina. Não vamos poder deixar as nossas crianças que mais precisam do efeito escola longe da sala de aula tanto tempo”.

Costin lembra que, mesmo alguns países que hoje enfrenta uma segunda onda da pandemia, como a Espanha, consideraram a educação como serviço essencial e mantiveram as escolas abertas, fechando somente quando havia algum caso de coronavírus; e que o Brasil é um dos países que estão ficando mais tempo com as escolas fechadas”.

Equipe TV Democracia

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