A ONG Médicos sem Fronteiras (MSF) anunciou nesta quarta-feira (25), que vai deixar de atender em um hospital que fica na Petare, a maior... Médicos sem Fronteiras denunciam restrições de entrada na Venezuela

A ONG Médicos sem Fronteiras (MSF) anunciou nesta quarta-feira (25), que vai deixar de atender em um hospital que fica na Petare, a maior comunidade popular de Caracas.

A ONG denunciou “restrições de entrada” de seus funcionários na Venezuela.

Mais de 100 profissionais do MSF trabalhavam no tratamento de pacientes com Covid-19 em um acampamento montado no Hospital Ana Francisca Pérez de León II desde março.

O MSF está presente em 39 estruturas de saúde na Venezuela, onde atua desde 2015.

Em nota, a organização pediu que o governo facilite a entrada dos voluntários para manter os programas na capital Caracas e outras regiões: “A MSF reitera seu compromisso de continuar assistindo os venezuelanos, mas nos preocupa muito que, caso esta situação não mude, tenhamos que deixar de intervir em algum outro projeto”.

De acordo com a pesquisa da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgada às 10h50 desta quarta-feira (25), a Venezuela registrou 876 mortes e 100.498 casos de coronavírus, números bem menores do que os vizinhos Brasil e Colômbia, por exemplo.

Nesta terça-feira (24), o governo argentino anunciou que pretende iniciar a vacinação contra Covid-19 em janeiro, caso as vacinas estejam disponíveis.

Casa Rosada, sede do governo argentino, em Buenos Aires

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Ginés González García, estimou o início da campanha para a primeira quinzena de janeiro, mas “tudo depende da disponibilidade da vacina. Ainda não existe uma vacina aprovada”.

As Forças Armadas vão cuidar da logística da futura campanha de vacinação.

Ela prevê imunizar todos os 44 milhões de habitantes e para isto deve contar com 60 milhões de vacinas.

O comitê de vacinação é comandado pelo presidente Alberto Fernández.

A Argentina já tem acordos para receber a vacina russa Sputnik V e a desenvolvida pela Universidade Oxford (Reino Unido) em parceria com a multinacional europeia AstraZeneca.

O país tem uma das taxas de mortalidade mais altas do mundo.

Segundo a Universidade Johns Hopkins, a Argentina registrou 37.432 mortes e 1.381.795 casos de Covid-19.

Equipe TV Democracia

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