O Brasil perdeu 112.670 vidas e chegou a 3.513.039 diagnósticos de coronavírus. Os dados foram divulgados às 13h desta sexta-feira (21) pelo consórcio de... Ministério da Saúde proíbe que Médicos sem Fronteiras atendam comunidades indígenas no MS

O Brasil perdeu 112.670 vidas e chegou a 3.513.039 diagnósticos de coronavírus.

Os dados foram divulgados às 13h desta sexta-feira (21) pelo consórcio de veículos de mídia.

O ministério da Saúde impediu que a organização não governamental (ONG) Médicos sem Fronteiras atendessem 6 mil Terenas de sete comunidades indígenas do Mato Grosso do Sul.

Elas tinha pedido ajuda à ONG francesa em julho, quando seis indígenas morreram de Covid-19. Na quinta-feira, quando saiu a resposta do governo, o número já havia subido para 41 mortes.

A Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) negou a autorização alegando que o plano do Médicos sem Fronteiras era impreciso sobre locais de atendimento, datas e meios a serem empregados.

A Sesai colocou à disposição da ONG a aldeia Aldeinha, próxima da cidade de Anastásio (MS), onde vivem 500 indígenas e teria a maior taxa de incidência de casos de coronavírus.

Ela não faz parte do projeto apresentado pelo Médicos sem Fronteira, que ainda não respondeu se aceita a proposta da secretaria ligada ao ministério da Saúde.

Os indígenas formam a população mais vulnerável à doença.

Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), até esta sexta-feira (21), a Covid-19 matou 70 e contaminou outros 26.615 indígenas.

Os pesquisadores de uma das seis vacinas consideradas mais promissoras no combate à Covid-19, a desenvolvida pela universidade de Oxford (Reino Unido) e pela multinacional farmacêutica AstraZeneca, vão pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a autorização para testes em pessoas com mais de 69 anos.

A coordenadora da pesquisa na Rede D’or no Rio de Janeiro, Sue Ann Costa Clemens, prevê que a Anvisa liberará os exames com idosos na semana que vem. Ela acredita que, até dezembro, a vacina será aprovada.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve começar a produzir o medicamento em abril. Enquanto isso, os insumos deverão ser importados.

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