O mundo ultrapassou a barreira de 19 milhões de casos confirmados de coronavírus. De acordo com o levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgado...

O mundo ultrapassou a barreira de 19 milhões de casos confirmados de coronavírus.

De acordo com o levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgado às 19h desta sexta-feira (7), são 19.193.661 casos e 716.735 mortes causadas pela Covid-19.

A Rússia vai registrar oficialmente a primeira vacina do mundo contra o coronavírus na próxima quarta-feira (12). A informação foi dada hoje (7) pelo ministro da Saúde, Oleg Gridnev.

“No momento, o terceiro e último estágio (em humanos) está em processo. Os testes são extremamente importantes. Temos de entender que a vacina precisa ser segura. Profissionais médicos e cidadãos idosos serão os primeiros vacinados”, disse Gridnev.

O governo russo quer iniciar a campanha de vacinação em outubro.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vê com suspeita a rapidez com que a Rússia chegou à vacina. Os testes com humanos começaram em junho.

Esta semana, o porta-voz da OMS afirmou que, a aprovação do produto depende de rigorosos protocolos sanitários para comprovar a segurança e a eficácia antes de chegar à produção. A instituição não está acompanhando a pesquisa russa desenvolvida pelo ministério da Defesa e por um instituto local.

A África já tem mais de 1 milhão de casos. Mais da metade é da África do Sul (538.184), onde também foram registradas 9.604 vítimas fatais. Mas, é bem provável que os números sejam maiores ainda por causa da subnotificação.

Enquanto isso, o governo de Hong Kong anunciou hoje (7) que, toda a população será testada gratuitamente para saber se tem ou não Covid-19.

Em Hong Kong, vivem 7,5 milhões de pessoas. Os exames não são obrigatórios.

A pandemia voltou a avançar na França. Nas últimas 24h, foram registrados 2.288 casos. Desde maio, não eram notificados números acima de 2.000 casos por dia.

Em 5 de junho, as autoridades de Saúde anunciaram que o coronavírus estava sob controle, mas, agora alertam para uma segunda onda, principalmente, entre os mais jovens.

Cuba registrou 54 novos casos, maior número desde maio, quando foram notificadas 74 pessoas infectadas. A maioria dos novos casos é na capital Havana. Para conter o coronavírus, foram decretadas medidas mais restritivas de quarentena.

No dia 17 de julho, o governo cubano comemorou o primeiro dia sem nenhum caso. Ele ainda mantém os aeroportos fechados e está preocupado com focos de contágio como festas, bares, restaurantes e cultos religiosos que causam aglomerações.

O estado de Nova York, que já foi o epicentro americano da doença, vai autorizar a volta às aulas presenciais no início do outono no hemisfério norte, 22 de setembro. A decisão do governador Andrew Cuomo pode recuar se as taxas de infecção voltarem a subir. O problema é que, se a Covid-19 está sob controle em Nova York, o mesmo não acontece nos estados vizinhos.

Equipe TV Democracia

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