O México é o quarto país do mundo que ultrapassa a barreira de 100 mil mortes por Covid-19. O número de casos confirmados de... Mundo passa de 57 milhões de casos de Covid-19: pandemia avança nos EUA, Rússia, Índia e México

O México é o quarto país do mundo que ultrapassa a barreira de 100 mil mortes por Covid-19.

O número de casos confirmados de coronavirus no planeta superou a casa dos 57 milhões.

A Índia já tem mais de 9 milhões de infectados e a Rússia passou de 2 milhões de casos.

De acordo com os números da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgados às 9h desta sexta-feira (20), a pandemia causou a morte de 1.362.424 pessoas e contaminou outras 57.011.978 em todo o mundo.

Os cinco países com mais mortes são os EUA (252.564), Brasil (168.141), Índia (132.162), México (100.104) e Reino Unido (53.870).

Em números de casos, os líderes também são os EUA (11.718.867), Índia (9.004.365), Brasil (5.983.100), França (2.137.096) e Rússia (2.023.025).

Os EUA voltaram a bater recorde de casos em 24h (187.833).

O presidente eleito, o democrata Joe Biden, afirmou que não vai decretar um confinamento nacional quando assumir o cargo em janeiro.

A declaração foi dada depois de se reunir com governadores nesta quinta-feira (19), em Wilmington, Delaware.

“Não vou parar a economia, ponto final. Vou parar o vírus. Repito, sem confinamento nacional. Porque cada região, cada comunidade, pode ser diferente”.

As autoridades da Califórnia decretaram toque de recolher a partir das 22h desta sexta-feira (20) na maioria das regiões. A medida tem duração prevista de um mês.

Hoje (20), o laboratório Pfizer, que desenvolve uma vacina contra a Covid-19 com a empresa alemã BioNTech, pediu autorização emergencial do produto à agência regulatória de alimentos e medicamentos dos EUA, a FDA.

Segundo os fabricantes, a vacina tem eficácia de 95% e foi mais bem tolerada por idosos do que por jovens.

As vacinas da Pfizer/BioNTech e da farmacêutica americana Moderna poderão ser liberadas na segunda quinzena de dezembro pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

O anúncio foi feito pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, por videoconferência nesta quinta-feira (19).

Já a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomendou o antiviral Remdesivir para o tratamento de pacientes com Covid-19.

Um estudo mostrou que não há evidências de que o remédio aumente as chances de sobrevivência, diminua a necessidade de ventilação mecânica ou reduza a mortalidade.

Em meados do ano, testes iniciais do Remdesivir, fabricado pelo laboratório americano Gilead, apresentaram resultados promissores e o medicamento foi visto como um potencial tratamento.

Até hoje era um dos dois únicos tratamentos autorizados no combate da Covid-19 em todo o mundo, mas, certamente, perderá importância com a conclusão da pesquisa promovida pela OMS.

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