A pandemia da Covid-19 já matou 1.766.336 pessoas e infectou outras 80.852.622 em todo o mundo. Os números da Universidade Johns Hopkins (EUA) foram... Mundo se aproxima de 1,8 milhão de mortes e 81 milhões de casos de Covid-19


A pandemia da Covid-19 já matou 1.766.336 pessoas e infectou outras 80.852.622 em todo o mundo.

Os números da Universidade Johns Hopkins (EUA) foram divulgados às 9h desta segunda-feira (28).

Os cinco países com mais mortes por coronavírus são: EUA (331.140), Brasil (191.146), Índia (147.901), México (122.426) e Itália (71.925).

Os cinco países com mais casos são: EUA (19.136.587), Índia (10.207.871), Brasil (7.481.400), Rússia (3.047.335) e a França (2.616.510).

A Coreia do Sul anunciou hoje (28) que uma mutação da coronavírus foi detectada em três pessoas que vieram de Londres no dia 22 de dezembro.

O país também prorrogou até o dia 7 de janeiro a proibição de voos procedentes do Reino Unido e a obrigatoriedade de testes negativos de Covid-19 para quem vier deste país e da África do Sul.

Desde o início da pandemia a Coreia do Sul registrou 57.680 casos e 819 mortes por Covid-19, mas os números vem subindo nos últimos dias.

Nas últimas 24h foram mais 808 casos e 11 óbitos, números próximos dos recordes de casos (1.237 no dia 24 de dezembro) e de mortes (24 no dia 20 de dezembro).

A jornalista e ex-advogada Zhang Zhan, de 37 anos, foi condenada hoje (28) pela Justiça chinesa a 4 anos de prisão por divulgar nas redes sociais a situação caótica dos hospitais de Wuhan, primeiro epicentro mundial da Covid-19.

Jornalistas e diplomatas estrangeiros foram proibidos de acompanhar o julgamento no tribunal de Xangai.

Zhang, que é de Xangai, esteve em Wuhan, em fevereiro.

Ela denunciou a crise no sistema de saúde e o confinamento imposto na cidade, que classificou como “grave violação dos direitos humanos”.

A jornalista foi detida em maio, acusada de “provocar distúrbios”, eufemismo usado pelo governo do presidente Xi Jinping para justificar prisões de oposicionistas.

Em junho, ela começou uma greve de fome, mas foi alimentada à força por uma sonda, disseram os advogados dela.

O processo de Zhang aconteceu a poucas semanas da chegada de uma missão da Organização Mundial da Saúde (OMS) à China.

O país registrou o primeiro caso de Covid-19 no mundo no início de dezembro de 2019, mas só divulgou à OMS no dia 31 de dezembro.

Também demorou para decretar quarentena na região de Wuhan, iniciada no dia 23 de janeiro.

Pequim criticou os médicos que alertaram para o surgimento de um misterioso vírus.

Eles foram interrogados pela polícia e denunciados por “propagar boatos”.

Um deles, Li Wenliang, morreu de Covid-19 em fevereiro, quando a China começou a levar mais a sério os “boatos” e até desenvolveu duas vacinas contra a doença.

Equipe TV Democracia

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