O governo Bolsonaro bateu um recorde negativo em 2020: o do número de famílias em extrema pobreza cadastradas no CadÚnico (Cadastro Único para programas... Número de famílias em extrema pobreza passa de 14 milhões: é o maior em 6 anos

O governo Bolsonaro bateu um recorde negativo em 2020: o do número de famílias em extrema pobreza cadastradas no CadÚnico (Cadastro Único para programas sociais).

São 14,3 milhões de famílias. Desde o final de 2014, o país não tinha um número tão alto de pessoas nesta condição.

Os dados são do próprio governo.

De acordo com o ministério da Cidadania, 39,9 milhões de pessoas vivem na miséria, com renda per capita de até R$ 89.

Em outubro, outras 2,8 milhões de famílias estavam em situação de pobreza, com renda média de R$ 90 a R$ 178 (por pessoa).

Com base na pesquisa do ministério, o governo paga um valor complementar entre R$ 41 e R$ 205 para famílias na extrema pobreza incluídas no Bolsa Família.

Em dois anos de governo Bolsonaro, houve uma aumento de 1,3 milhão no número de famílias nesta condição ante 12,7 milhões em dezembro de 2018, último mês do governo Temer.

A previsão é de crescimento da extrema pobreza no país por causa do fim do auxílio emergencial e outros programas sociais implementados durante a pandemia e que não foram prorrogados em janeiro.

Com isso a média paga pelo governo para famílias inscritas no CadÚnico deve cair de R$ 329,19 para R$ 190.

Equipe TV Democracia

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