A pandemia da Covid-19 segue incontrolável no Brasil. De acordo com o levantamento do consórcio de veículos de imprensa divulgado às 8h desta quinta-feira... Números diários de mortes e de casos por Covid-19 são os maiores desde julho

(foto Beno Suckeveris)


A pandemia da Covid-19 segue incontrolável no Brasil.

De acordo com o levantamento do consórcio de veículos de imprensa divulgado às 8h desta quinta-feira (17), o país perdeu 183.822 vidas e teve 7.042.695 pessoas contaminadas pelo coronavírus.

Nas últimas 24h foram mais 968 mortes – a maior desde 15 de setembro (1.090), e 68.437 casos de coronavírus, número que só fica atrás do registrado em 29 de julho (70.869).

A média móvel de óbitos (684) dos últimos 7 dias é a maior desde 1º de outubro (698) e é 26% acima da média de 14 dias atrás.

A média móvel de casos (44.654) dos últimos 7 dias é a mais alta desde 31 de julho (45.443) e é 10% superior a das 2 semanas anteriores.

São Paulo, que costuma ser o estado com mais casos e mortes, teve problemas com o sistema de processamento de dados do ministério da Saúde e não enviou os dados nesta quarta-feira (16).

O ministério negou qualquer problema.

Até a noite desta quarta-feira (16), os números de mortes estavam em alta no Distrito Federal e em 17 estados: Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Acre, Amapá, Pará, Sergipe e Ceará.

Em estabilidade, estavam 6 estados: Santa Catarina, Goiás, Roraima, Rondônia, Tocantins e Piauí.

Em queda, era a situação de apenas 2 estados: Maranhão e Amazonas.

O primeiro caso de reinfecção por coronavírus em São Paulo, o segundo do país, foi confirmado nesta quarta-feira (16).

É uma paciente de 41 anos que mora em Fernandópolis.

Ela ficou doente em junho, se recuperou e voltou a testar positivo para coronavírus em novembro, 145 dias após o primeiro diagnóstico.

Os testes foram feitos pelo Instituto Adolfo Lutz de São José do Rio Preto, que enviou as amostras para o Laboratório Estratégico do Instituto Central, na capital paulista.

Lá foi feito o sequenciamento do genoma completo e identificadas duas linhagens distintas do vírus, o que comprova a reinfecção.

Uma delas só foi constatada no Brasil e a outra foi identificada não só no Brasil como também nos EUA, Reino Unido, Chile e Austrália.

O primeiro caso oficial de reinfecção no país é o de uma médica de 37 anos, moradora de Natal (RN), que trabalha no Rio Grande do Norte e na Paraíba.

Equipe TV Democracia

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