O mundo chegou a 1.263.089 mortes por coronavírus. É mais do que toda a população de Campinas (SP). A pandemia da Covid-19 infectou 50.913.451... OMS evita discutir a politização da vacina no Brasil: mundo se aproxima de 51 milhões de casos de Covid-19

O mundo chegou a 1.263.089 mortes por coronavírus.

É mais do que toda a população de Campinas (SP).

A pandemia da Covid-19 infectou 50.913.451 pessoas em todo o planeta, número que supera o da Colômbia.

Os dados foram divulgados pela Universidade Johns Hopkins (EUA) às 10h desta terça-feira (10).

Ontem (9), os EUA passaram de 10 milhões de casos e o Reino Unido se aproxima das 50 mil mortes.

Os cinco países com mais mortes são os EUA (238.251), Brasil (162.638), Índia (127.059), México (95.027) e Reino Unido (49.329).

Em números de casos, os cinco primeiros são EUA (10.110.552), Índia (8.591.730), Brasil (5.675.775), França (1.856.292) e Rússia (1.781.997).

Nesta terça-feira (10), a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recebeu nenhuma informação sobre a suspensão dos testes da vacina Coronavac no Brasil anunciada ontem (9) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Sem citar a vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e pelo Instituto Butantan de São Paulo, a porta-voz da OMS, Fadela Chaib, declarou que suspensões de testes clínicos são “rotineiros e não são incomuns” e que a segurança é prioridade nessa fase do desenvolvimento de um novo produto.

O correspondente da TV DEMOCRACIA em Genebra, na Suíça, Jamil Chade, participou da coletiva de imprensa da OMS.

Fadela foi questionada se a parada nos testes no Brasil seria parte de um guerra política entre o presidente Jair Bolsonaro e o governador João Doria (PSDB-SP).

Ela respondeu: “Não acho que se deve tentar encontrar razões ou explicações outras que não sejam o fato de que as pessoas que buscar a vacina sejam cautelosas”.

Em comunicado, a OMS reafirmou que “a segurança é o foco principal dos ensaios clínicos de vacina e que auando ocorre um evento adverso num participante num ensaio, que pode ou não estar relacionado com a vacina a ser avaliada, é uma prática rigorosa e rotineira de investigação. As suspensões temporárias de ensaios clínicos de vacinas não são incomuns enquanto se realiza uma avaliação”.

Fadela disse também que “é com prazer que vemos medidas tomadas para assegurar a integridade científica dos ensaios e o cumprimento das directrizes e regras padrão para o desenvolvimento de vacinas. O mundo precisa de uma vacina Covid-19 segura e eficaz, para contribuir para acabar com a pandemia, salvar vidas, proteger os sistemas de saúde e restaurar as economias”.

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