A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) deflagraram a Operação Tânatos (o Deus da Morte, na mitologia grega), na... Operação policial no Rio tem milicianos como alvos

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) deflagraram a Operação Tânatos (o Deus da Morte, na mitologia grega), na manhã desta terça-feira (30).

O alvo é o Escritório do Crime, grupo formado por policiais, ex-policiais e milicianos, que é investigado por vários assassinatos. Entre eles, as execuções da vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes.

Foram expedidos quatro mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão. Até às 8h, três pessoas tinham sido presas. Duas são os irmãos Leandro e Leonardo Gouvêa da Silva, tidos como líderes do Escritório do Crime.

Segundo a Polícia Civil e o MPRJ, a quadrilha atua há mais de uma década como um esquadrão da morte. Ela cobrava pelo menos R$ 1 milhão por homicídio.

O grupo foi liderado por Adriano Magalhães da Nóbrega, o Capitão Adriano, morto pela polícia baiana, em fevereiro. Ele foi policial militar e era amigo de Fabrício Queiroz, o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ). Quando era deputado estadual, ele homenageou Adriano numa sessão da Assembleia Legislativa do Rio. Na ocasião, ele estava preso acusado de homicídio.

Equipe TV Democracia

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