O processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC-RJ) avançou na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nesta quinta-feira (17). O parecer da comissão especial... Parecer da Comissão Especial de Impeachment de Witzel na Alerj é aprovado por 24 x 0

O processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC-RJ) avançou na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nesta quinta-feira (17).

O parecer da comissão especial de impeachment foi aprovado em sessão realizada por videoconferência, por 24 a 0.

Apenas o deputado João Peixoto (DC-RJ), internado com Covid-19, não votou na sessão que manteve a continuidade do processo.

Witzel é acusado de liderar um esquema de desvio de dinheiro público dentro da secretária estadual da Saúde.

Por ordem da Justiça, ele está afastado do governo do Rio por 180 dias.

Witzel comentou a derrota na comissão da Alerj pelas redes sociais:

“Recebo com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj. Além da defesa por escrito, antes da votação em plenário faria a minha defesa presencial, demonstrando que não cometi crime de responsabilidade. Tenho confiança em um julgamento justo”.

Em outro trecho, ele disse: “Combati o crime organizado e a corrupção, que tentou se instalar no meu governo. Eu determinei a investigação dos contratos da Saúde e afastei os suspeitos. O linchamento político do qual tenho sido vítima deixará marcas profundas no RJ. Venho sendo acusado sem provas e sem direito à ampla defesa, inclusive no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A minha luta é pela democracia, é para que um governador eleito pelo povo possa prosseguir e concluir o seu mandato”.

Nesta sexta-feira (18), o Diário Oficial do Rio de Janeiro vai publicar o relatório aprovado na comissão especial de impeachment e com isso dar prosseguimento ao andamento do processo.

Depois de três meses, o terceiro secretário de Saúde na gestão Witzel, Alex Bousquet, entregou o cargo nesta quinta-feira (17).

Ele alegou razões pessoais.

Antes de Bousquet, a secretaria foi dirigida por Fernando Ferri, que substituiu Edmar Santos, que chegou a ser preso.

A delação premiada de Edmar foi a base utilizada pela Justiça determinar o afastamento de Witzel do governo do estado.

Equipe TV Democracia

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