O Brasil teve 179.897 mortes e 6.794.910 casos de coronavírus. Os números foram divulgados pelo consórcio de veículos de mídia às 13h desta sexta-feira... Pazuello desmente Bolsonaro e diz que “a pandemia não acabou”: Covid-19 matou sambista do grupo Fundo de Quintal

O Brasil teve 179.897 mortes e 6.794.910 casos de coronavírus.

Os números foram divulgados pelo consórcio de veículos de mídia às 13h desta sexta-feira (11).

Entre as pessoas que perderam a luta contra a doença está o sambista e um dos fundadores do grupo Fundo de Quintal, Ubirany Félix do Nascimento, de 80 anos.

Ele estava internado há mais de uma semana na Casa São Bernardo, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde morreu nesta sexta-feira (11).

O aumento de casos e mortes no país obrigou vários estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Paraná, a decretarem medidas mais rígidas de quarentena.

É também uma tentativa de reduzir as internações de pacientes com Covid-19.

Faltam leitos em enfermarias e Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) nas redes hospitalares públicas e particulares em diversas regiões.

Em Goiânia, o ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, desmentiu a declaração do presidente Jair Bolsonaro, de que a pandemia está no “finalzinho no país”.

“A pandemia não acabou. Ela prossegue, vamos conviver com o coronavírus. Vamos chegar próximo a uma normalidade quando tivermos as vacinas, os antivirais que combatem efetivamente a doença”.

O ministro garantiu que “nenhum estado da federação será tratado de forma diferente e que nenhum brasileiro terá vantagem sobre outros brasileiros”.

Até agora o ministério não apresentou um calendário de vacinação contra Covid-19.

Pazuello disse que vai cobrar agilidade da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a liberação de vacinas.

“Não há no mundo, até hoje, nenhuma vacina registrada. O que estamos vendo na Inglaterra é a autorização emergencial de uso para grupos restritos e com assinatura de responsabilidade individual. Essa mesma autorização emergencial foi assinada ontem (10) nos EUA e será solicitada à Anvisa no Brasil”.

Nesta sexta-feira (11), terminou a missão da Anvisa na empresa chinesa Wuxi Biologics.

Ela é fabricantes de insumos biológicos ativos que são utilizados na produção da vacina Oxford/AstraZeneca, que será produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O relatório da inspeção feita pelos técnicos brasileiros poderá acelerar o processo de aprovação da vacina pela Anvisa.

Equipe TV Democracia

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