O governo de São Paulo deverá anunciar nesta terça-feira (5) que vai pedir autorização para usos emergencial e definitivo da Coronavac, a vacina contra... Pedido para usos emergencial e definitivo da Coronavac será entregue à Anvisa nesta 5ª

O governo de São Paulo deverá anunciar nesta terça-feira (5) que vai pedir autorização para usos emergencial e definitivo da Coronavac, a vacina contra Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e pelo Instituto Butantan, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Será durante a entrevista coletiva, que também vai informar a reclassificação das cidades paulistas no plano estadual de quarentena.

Os pedidos de autorização emergencial e definitiva será acompanhado dos estudos da Sinovac sobre a eficácia e segurança do imunizante.

De acordo com os fabricantes, a vacina é eficaz mesmo que não chegue aos 90%. O percentual só será divulgado à agência do ministério da Saúde.

A Anvisa terá 10 dias para autorizar ou não a aplicação emergencial da Coronavac na população.

Para uso definitivo, a análise dos dados é mais demorada e leva meses.

O secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, confirmou que ainda não há acordo com o governo federal para o uso da Coronavac no Programa Nacional de Imunização (PNI) contra Covid-19.

Ela está nos planos do ministério da Saúde, assim como as vacinas Oxford/AstraZeneca/Fiocruz e Pfizer/BioNTech, além dos imunizantes que virão pela Covax Facility, o mecanismo global coordenado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

O secretário garante que, independente de acordo com Brasília, a vacinação em São Paulo vai começar no dia 25 de janeiro.

Hoje (5), o presidente do Instituto Serum, fabricante indiano da vacina Pfizer/BioNTech, desmentiu a informação que ele mesmo havia dado ontem (4), de que a Índia não permitiria a exportação do imunizante.

Adam Poonwala manteve o compromisso de fornecer 2 milhões de doses para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em comunicado conjunto com o diretor da Bharat Biotech, fabricante de outra vacina indiana, a Covaxin, Krishna Ella.

A importação da vacina Pfizer/BioNTech para o Brasil foi autorizada em caráter excepcional pela Anvisa, que ainda não liberou o uso emergencial ou definitivo do imunizante.

A Covaxin interessa à Associação Brasileira de Clínicas de Vacinação (ABCVAC), que enviou uma delegação para conhecer as instalações da Bharat Biotech nesta segunda-feira (4).

A ABCVAC quer importar 5 milhões de doses da vacina, que só foi aprovada na Índia e não divulgou nenhum estudo sobre a eficácia ou segurança, o que gerou críticas de cientistas locais.

Equipe TV Democracia

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