Dois empresários foram presos em São Paulo, na manhã desta sexta-feira (10), na Operação Juno Moneta (nome de um antigo templo romano, onde as... Polícia de SP investiga MBL por movimentações suspeitas de mais de R$ 400 milhões

Dois empresários foram presos em São Paulo, na manhã desta sexta-feira (10), na Operação Juno Moneta (nome de um antigo templo romano, onde as moedas eram cunhadas) da Polícia Civil, Ministério Público de São Paulo e Receita Federal.

Alessander Mônaco Ferreira e o militante antibolsonarita, Carlos Augusto de Moraes Afonso, o “Luciano Ayan”, são investigados por movimentações de mais de R$ 400 milhões de empresas, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. Segundo a Polícia Civil, eles são integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL), que negou a informação.

Os dois empresários criaram empresas de fachada que eram usadas para sonegar impostos. Eles usavam uma plataforma do Google para uma sofisticada operação de lavagem de dinheiro. “Luciano Ayan” também é conhecido por disseminar notícias falsas (fake news) nas redes sociais e por questionar o MBL.

A força-tarefa cumpriu seis mandados de busca e apreensão e dois de prisão na capital paulista e em Bragança Paulista, a 90km de São Paulo. Um dos mandados de busca foi na sede do MBL, no bairro da Vila Mariana, zona sul da capital paulista.

O MBL ganhou notoriedade nas manifestações que levaram ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Em São Paulo (foto), elas eram realizadas principalmente na avenida Paulista. Um dos líderes do movimento, que já foi aliado do presidente Jair Bolsonaro, é o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP).

Equipe TV Democracia

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