O Brasil tem 211.755.692 habitantes que vivem em 5.570 municípios. A estimativa referente a 1º de julho deste ano é do Instituto Brasileiro de... População do Brasil sobe 0,77% e chega a 211.755.692 habitantes

São Paulo (foto Beno Suckeveris)

O Brasil tem 211.755.692 habitantes que vivem em 5.570 municípios.

A estimativa referente a 1º de julho deste ano é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (27).

É uma alta de 0,77% em relação ao ano passado, quando a população estimada foi de 220,1 milhões de pessoas.

O estado de São Paulo, com 46,289 milhões de habitantes, concentra 21,9% da população total. Em 2019, o estado tinha 45,9 milhões de pessoas.

Minas Gerais (21,292 milhões) e Rio de Janeiro (17,366 milhões) são, respectivamente, o segundo e o terceiro estados com mais populosos.

Roraima, com 631,181, é o estado com a menor população, mas é o que registrou maior crescimento (4,19%) na comparação com 2019.

Já o de menor crescimento foi o Piauí (0,25%).

O município mineiro de Serra da Saudade, com 776 habitantes, é o que tem menor população. Borá (SP), com 838, Araguainha (MT), com 946, e Engenho Velho (RS), com 982 pessoas, vêm em seguida.

São Paulo segue como município mais populoso, com 12,3 milhões de pessoas, seguido por Rio de Janeiro (6,75 milhões), Brasília (3,05 milhões) e Salvador (2,88 milhões).

Aliás, as capitais somam mais de 50 milhões de habitantes e concentram 23,85% da população total do país.

17 municípios, entre eles, 14 capitais, têm mais de um milhão de habitantes, e representam 21,9% da população brasileira.

As taxas de crescimento foram negativas em 1.565 cidades. Ou seja, 28,1% dos municípios perderam habitantes.

Já em 52,1% dos municípios, o crescimento variou entre 0 e 1% e em apenas 205 (3,7%) houve aumento da população igual ou superior a 2%.

As quatro maiores regiões metropolitanas são São Paulo (21,9 milhões), Rio de Janeiro (13,1 milhões), Belo Horizonte (6 milhões) e Brasília (4,7 milhões).

Os números são estimados, já que o Censo Demográfico deste ano foi adiado por causa da pandemia. Ele pode ser realizado só daqui a dois anos, pois o governo estuda remanejar a verba para o ministério da Defesa.

O Censo é importante para definir politicas públicas para a educação, saúde e outros setores de interesse nacional.

Equipe TV Democracia

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