A pandemia da Covid-19 já matou 1.216.344 pessoas e deixou outras 47.569.012 doentes em todo o mundo. Os dados da Universidade Johns Hopkins (EUA)... Portugal, Itália e Reino Unido entram em novo período de lockdown

Oxford

A pandemia da Covid-19 já matou 1.216.344 pessoas e deixou outras 47.569.012 doentes em todo o mundo.

Os dados da Universidade Johns Hopkins (EUA) foram divulgados às 12h desta quarta-feira (4).

Os cinco países com mais mortes por coronavírus são: EUA (232.657), Brasil (160.555), Índia (123.611), México (92.593) e o Reino Unido (47.340).

Em números de casos, os cinco primeiros são EUA (9.387.400), Índia (8.313.876), Brasil (5.567.197), Rússia (1.680.579) e a França (1.461.391).

Nesta quarta-feira (4), o diretor do Grupo de Vacinas da Universidade de Oxford (Reino Unido), Andrew Pollard, informou que os resultados dos testes da fase 3 da vacina contra Covid-19 desenvolvida em parceria com a multinacional anglo-sueca AstraZeneca deverão ser apresentados no mês que vem.

Ele também anunciou que, há uma pequena possibilidade do produto ficar pronto antes do Natal.

A vacina Oxford é uma das quatro que estão sendo testadas no Brasil.

O Reino Unido vai entrar em novo período de confinamento mais severo a partir desta quinta-feira (5).

Segundo o primeiro-ministro Boris Johnson, ele vai se estender até o dia 2 de dezembro.

Amanhã (5) também marca o início do toque de recolher na Itália.

Entre as 22h e às 5h, a circulação de pessoas estará proibida em todo o país, exceto as que trabalham em serviços essenciais ou por motivo de saúde.

O primeiro-ministro Giuseppe Conte também decretou o fechamento dos centros comerciais nos finais de semana e a redução da capacidade do transporte público para 50%.

Os estudantes do ensino médio só terão aulas online e os museus voltarão a ficar fechados.

A autorização de novos cruzeiros foi suspensa e apenas os que estão em andamento poderão continuar.

Dentro do território italiano, mas em outro estado, no Vaticano, o Papa Francisco voltou a realizar as tradicionais audiências das quartas-feiras sem a presença de público e por meio remoto: “Isto é para nos defender das infecções por Covid-19”.

Como aconteceu entre março e setembro, o Papa celebrou a audiência na biblioteca do palácio apostólico.

O Papa, que foi criticado várias vezes por não utilizar máscara em público, defendeu todas as medidas de proteção contra a pandemia impostas pelas autoridades de saúde.

“Isso também nos ensina que devemos estar muito atentos às prescrições das autoridades, sejam elas políticas ou sanitárias, para nos defendermos desta pandemia”.

Ele também lembrou das “vítimas indefesas do terrorismo cuja exacerbação da crueldade se espalha pela Europa. Penso em particular no grave atentado dos últimos dias em Nice, num local de culto, e de nas ruas de Viena, que causou consternação e censura à população e aos que se preocupam com a paz e o diálogo”.

No final, rezou “pelas pessoas tragicamente desaparecidas e expressou sua proximidade espiritual às suas famílias e a todos que sofrem por estes acontecimentos deploráveis, que procuram comprometer com a violência e o ódio”.

Em Portugal, um lockdown parcial de duas semanas entrou em vigor nesta quarta-feira (4).

Ele vale para 121 das 308 áreas do país e concentra cerca de 70% da população.

As escolas vão permanecer abertas, mas comércio, centros culturais e restaurantes funcionarão em horários restritos.

Equipe TV Democracia

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