O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou o promotor Horácio Afonso de Figueiredo da Fonseca, o administrador Marcus Vinicius Pinto Chaves e... Promotor é acusado de oferecer R$ 190 mil para desembargador soltar miliciano

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou o promotor Horácio Afonso de Figueiredo da Fonseca, o administrador Marcus Vinicius Pinto Chaves e a advogada e mulher do promotor, Kelly Michelly de Oliveira Maia, por corrupção ativa.

Segundo as investigações, elas queriam que o desembargador do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Marcos André Chut liberasse um miliciano preso por roubo em março de 2019.

O trio foi até a casa de Chut, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e teria feito o seguinte diálogo:

Chut: “Horácio, eu não estou entendendo. Você está querendo dizer que veio até mim para me pedir para que eu solte uma pessoa no plantão, presa por roubo, em troca desta quantia de R$ 190.000,00?”.

Horácio: “Sim”.

Em troca dos R$ 190 mil, os denunciados queriam que o desembargador concedesse um habeas corpus no Plantão Judiciário para Adalberto Ferreira de Menezes, o Nenzinho, aliado do miliciano mais procurado do Rio, Wellington da Silva Braga, o Ecko.

Nenzinho foi preso com cerca de R$ 50 mil.

Ao receber a proposta de propina, o magistrado fez reclamação formal ao MP-RJ, que aceitou a denúncia.

Em nota, a defesa do promotor informou que “vai provar nos autos que a denúncia não está baseada em fatos”.

Equipe TV Democracia

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