(Assista) O ex-delegado ainda conta que, nos anos 2000, um governante depositou na suiça US$ 164 milhões e em dinheiro. Edição de Rafael Bruza... Protógenes Queiroz: “Se a PF tivesse independência, eu não teria sido afastado ou demitido”

(Assista) O ex-delegado ainda conta que, nos anos 2000, um governante depositou na suiça US$ 164 milhões e em dinheiro.

Edição de Rafael Bruza

Asilado na Suíça, o ex-delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, afirma em entrevista exclusiva à TV Democracia, nesta quinta-feira (07), que seu afastamento e demissão da corporação atestam que a PF carece de independência funcional.

“A Polícia Federal é uma instituição que não tem independência financeira e administrativa. É vinculada ao Poder Executivo, então é óbvio que sofre mais esses processos do que outras instituições”, afirma. “O nível de excelência seria essa independência funcional, financeira e administrativa, que foi muito falada na minha época, em 2008. Se tivesse essa independência, eu não teria sido afastado das investigações ou demitido, como fui. O direitor-geral da Polícia não teria sido exonerado e nem o ministro da Justiça teria sido exonerado na época”.

A declaração é feita em um momento em que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investiga o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por supostas inferferências na Polícia Federal, denunciadas pelo ex-ministro da Justiça, Sergio Moro.

O ex-delegado também que não é mais considerado foragido e só pode voltar ao Brasil com a aprovação de sua anistia no Congresso Nacional.

 

 

Fabio Pannunzio

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