A Rússia anunciou nesta quarta-feira (29) que, a primeira vacina do mundo contra o coronavírus vai ficar pronta em agosto para começar a ser... Rússia anuncia que a primeira vacina contra Covid-19 ficará pronta em agosto e será produzida em setembro

A Rússia anunciou nesta quarta-feira (29) que, a primeira vacina do mundo contra o coronavírus vai ficar pronta em agosto para começar a ser produzida em setembro.

De acordo com o governo Putin, ela será aplicada primeiramente em profissionais da saúde que trabalham na linha de frente do combate à doença. O país registrou 13.657 mortes e 827.509 casos de coronavírus.

Para apressar a liberação da vacina, não haverá testes em larga escala como determina o protocolo da Organização Mundial da Saúde (OMS), que ainda não se pronunciou sobre a decisão russa.

Enquanto isso, o diretor regional da OMS para a Europa, o belga Hans Kluge, afirmou que o aumento de infecções entre jovens pode estar provocando o aumento de casos no continente.

Em entrevista a um programa de rádio da rede britânica BBC, ele recomendou aos governos que se comuniquem melhor com os mais jovens: “Estamos recebendo relatórios de várias autoridades de saúde sobre uma proporção maior de novas infecções. Então, para mim, é o suficiente para repensarmos a melhor maneira de envolver os jovens. Eu entendo que eles não queiram perder o verão”.

Pai de duas filhas, Kluge cobrou maior responsabilidade dos jovens: “Eles têm uma responsabilidade em relação a si mesmos, a seus pais, avós e comunidades. Agora sabemos como adotar comportamentos bons e saudáveis. Então, vamos aproveitar esse conhecimento”.

Vários países europeus que flexibilizaram a quarentena e que, agora, estão verificando o aumento de casos de Covid-19, decidiram recuar para evitar uma segunda onda do doença.

Ontem (28), o Senado italiano aprovou o pedido do primeiro-ministro, Giuseppe Conte, e prorrogou o estado de emergência até 15 de outubro. Ele pediu uma vigilância extra por causa do crescimento das infecções em países vizinhos, entre eles, França, Espanha e os Bálcãs.

O chefe da agência de Saúde Pública da Alemanha, Lothar Wieler, acusou a população de ter se tornado “negligente” e pediu que ela use máscaras e respeite as regras de distanciamento social e higiene.

O ministro da Saúde da França, Olivier Véran, também apelou para às pessoas “não baixarem a guarda” para que o governo não decrete outro lockdown.

A Espanha criticou a decisão do Reino Unido de impor quarentena de 14 dias aos viajantes que chegam do país. Madri considerou a medida “injusta” e que os novos casos se limitam em grande parte a apenas duas regiões. Espanha é um dos principais destinos de turistas ingleses no verão europeu.

Equipe TV Democracia

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