A Rússia é o quarto país do mundo com mais de 1 milhão de casos de coronavírus. Segundo a pesquisa da Universidade Johns Hopkins... Rússia é o 4º país a atingir mais de 1 milhão de casos de coronavírus: EUA estão perto das 185 mil mortes

Havana, Cuba

A Rússia é o quarto país do mundo com mais de 1 milhão de casos de coronavírus.

Segundo a pesquisa da Universidade Johns Hopkins (EUA) divulgada às 14h30 desta quarta-feira (2), o mundo chegou a 25.816.820 de casos confirmados de Covid-19 e 858.381 mortes causadas pela doença.

Entre os cinco países com mais óbitos estão os EUA, com 184.974, o Brasil (122.941), a Índia (66.333), o México (65.241) e o Reino Unido (41.602).

Os EUA (6.086.747) também encabeçam a lista dos cinco países com mais casos de coronavírus, seguido pelo Brasil (3.961.502), a Índia (3.769.523), a Rússia (1.001.965) e o Peru (657.129).

A capital de Cuba, Havana, entrou em mais um período de quarentena. Serão duas semanas com medidas rigorosas de restrições de circulação da população.

Ninguém pode sair da cidade.

Foi decretado toque de recolher entre às 19h e 5h, com multas pesadas para quem desobedecer a ordem.

Num país que o salário médio é de cerca de R$ 244, as multas variam de aproximadamente R$ 434 a R$ 651.

As escolas não puderam reabrir na região de Havana. O ano letivo só recomeçou em outras partes da ilha.

As fronteiras seguem fechadas.

Cuba registrou 95 mortes e 4.065 casos e é o único país latino-americano que desenvolve vacinas contra o coronavírus com tecnologia totalmente nacional.

Do outro lado do planeta, outro exemplo no combate à Covid-19, a Austrália teve queda de 7% no Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, no 2º trimestre.

Sydney, Austrália (foto Beno Suckeveris)


Com isso, pela primeira vez desde 1991, a Austrália entrou em recessão. Como praticamente todo o mundo, a economia do país não escapou dos efeitos da pandemia.

A Austrália teve 663 mortes e 25.939 casos.

A boa notícia é que, a média móvel de casos nos últimos 7 dias, que foi de 817, é 39,1% da registrada há duas semanas. Sinal de que os números da doença estão em queda e o país começa a voltar aos níveis de abril e maio, quando a pandemia estava sob controle.

Equipe TV Democracia

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