A vacina contra o Coronavírus desenvolvida pela universidade britânica de Oxford e pela multinacional AstraZeneca, e que está sendo testada em voluntários brasileiros, poderá... Vacina contra coronavírus  testada no Brasil poderá ser liberada em junho de 2021

A vacina contra o Coronavírus desenvolvida pela universidade britânica de Oxford e pela multinacional AstraZeneca, e que está sendo testada em voluntários brasileiros, poderá ser o registro liberado em junho do ano que vem. A informação foi dada nesta quarta-feira (15), pela reitora da Universidade Federal de São Paulo, Soraia Smailli.

A Unifesp acompanha as pesquisas brasileiras da vacina considerada a de estágio mais adiantado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Ela já foi aplicada em 2.000 voluntários, em São Paulo. Outros 2.000 serão testados em Salvador e 1.000 no Rio de Janeiro. Todos são da área da saúde e serão monitorados por um ano.

Ao todo, 50 mil voluntários participam dos testes em todo o mundo. De acordo com a OMS, 163 vacinas estão sendo desenvolvidas em todo o planeta. A de Oxford está mais avançada e pode chegar ao mercado no tempo recorde de 12 meses. Antes dela, a vacina contra o sarampo tinha sido a mais rápida, com quatro anos para ficar pronta.

Na próxima semana, começarão os testes brasileiros de outra vacina promissora, a Coronavac, desenvolvida por um laboratório chinês e o Instituto Butantan. Ela será aplicada em 9.000 voluntários de cinco estados e do Distrito Federal, todos da linha de frente do combate ao coronavírus.

Outra boa notícia é que, finalmente, os respiradores produzidos pela Universidade de São Paulo (USP) devem ser liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem utilizados nos hospitais.

Os equipamentos foram desenvolvidos em quatro meses, por cerca de 200 pesquisadores, com tecnologia nacional. Cada um será vendido por valores entre R$ 5.000 e R$ 10.000, mesmo assim bem mais barato do que o similar vendido no mercado. Ele leva 2h para ser produzido e a capacidade de produção é de 10 por dia. Como a licença é livre, outras empresas poderão produzir o equipamento. Os primeiros 10 respiradores vão ser destinados ao Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas de São Paulo, onde foram testados com sucesso.

Equipe TV Democracia

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