A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Universidade Oxford (Reino Unido) e a multinacional anglo-sueca AstraZeneca gerou resultados positivos na imunidade entre idosos e em... Vacina Oxford apresenta resposta “robusta”  em testes da fase 2 em idosos

AstraZeneca

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Universidade Oxford (Reino Unido) e a multinacional anglo-sueca AstraZeneca gerou resultados positivos na imunidade entre idosos e em adultos de 18 a 55 anos.

Segundo o correspondente da TV DEMOCRACIA em Genebra, na Suíça, Jami Chade, as conclusões divulgadas pelo jornal britânico Financial Times nesta segunda-feira (26) serão detalhadas em revistas científicas.

A AstraZeneca tem um acordo de R$ 1,9 bilhão para fornecer a vacina para o Brasil.

Segundo Chade, a Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia recebido informações sobre os estudos da Oxford e da AstraZeneca em meados do mês, mas evitou citar os nomes das empresas.

A cientista-chefe da OMS, a indiana Soumya Swaminathan disse no dia 19 de outubro que, a “boa notícia” é que “algumas vacinas em desenvolvimento estão mostrando resultado muito positivos em imunização de pessoas idosas”.

Ela afirmou que esses dados são da fase 2 de testes e que foram obtidos pela OMS.

“Esperamos que tenhamos vacinas que sejam eficazes para os mais idosos. É importante protege-los com vacinas”.

O sucesso nesta faixa da população é um desafio que nem todas as vacinas teriam impacto positivo, admitiu Swaninathan.

O fato da vacina Oxford ter apresentado resposta robusta não significa necessariamente que ela será segura ou que irá de fato gerar uma imunidade adequada.

Para que isso seja confirmado, todos os dados envolvendo idosos terão de ser analisados. A previsão é que as conclusões sejam divulgadas entre novembro e dezembro.

De acordo com a AstraZeneca, houve de fato uma resposta imunológica semelhante tanto em idosos como adultos mais velhos quanto em adultos mais jovens, enquanto as respostas adversas foram menores entre os idosos.

Em meados do ano, o mesmo grupo já havia indicado que a vacina gerou “respostas imunológicas robustas” entre adultos saudáveis, entre 18 e 55 anos de idade.

Recentemente, os testes foram retomados nos EUA, depois de terem sido suspensos por questões de segurança e pelo fato de um voluntário ter apresentado efeitos colaterais adversos.

Documentos internos da OMS revelam que não vai haverá vacina suficiente para todos no ano que vem e que uma campanha de imunização em massa no mundo só deverá acontecer em 2022.

A estimativa para 2021 é de produção de cerca de 110 milhões de doses que serão aplicados prioritariamente em profissionais da saúde.

O segundo grupo a ser vacinado é o de pessoas acima de 65 anos.

Só para este segmento serão necessários 5,4 bilhões de doses.

Com exceção da vacina desenvolvida pelo laboratório Janssen, da multinacional americana Johnson & Johnson, que vai imunizar com uma só dose, a maioria dos produtos vai exigir a aplicação de duas doses.

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