O Brasil chegou a 154.906 mortes e 5.276.942 casos de Covid-19. Os números do consórcio de veículos de mídia foram divulgados às 13h desta... Voluntário brasileiro dos testes da vacina Oxford morre de Covid-19: Pazuello testou positivo


O Brasil chegou a 154.906 mortes e 5.276.942 casos de Covid-19.

Os números do consórcio de veículos de mídia foram divulgados às 13h desta quarta-feira (21).

Um dos novos casos é o do ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, que está isolado em um hospital militar de Brasília.

Ele testou positivo nesta terça-feira (20), mesmo dia em que anunciou a compra de 46 milhões de doses da Coronavac, a vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

Hoje (21), o presidente Jair Bolsonaro declarou que não vai comprar o que chamou de “vacina chinesa do Doria” e o ministério da Saúde confirmou a decisão do presidente, dizendo que não há compromisso com o governo de São Paulo nem intenção de adquirir a Coronavac.

Segundo um amigo de Pazuello que conversou com o colunista Valdo Cruz, da GloboNews, “ele não gostou. Foi enquadrado e ele foi claro que tudo irá seguir as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e que será uma vacina brasileira”.

A vacina preferida do governo federal é a desenvolvida pela Universidade Oxford (Reino Unido) e pela multinacional anglo-sueca AstraZeneca.

Há um acordo de R$ 1,9 bilhão com a farmacêutica para a aquisição, produção e distribuição da vacina Oxford que, assim como a Coronavac, ainda não foi aprovada pela Anvisa.

A agência informou hoje (21) que, um voluntário brasileiro dos testes desta vacina morreu na segunda-feira (19) de complicações da Covid-19.

João Pedro Feitosa, era médico recém-formado, trabalhava na linha de frente de combate da pandemia, tinha 28 anos e morava no Rio de Janeiro.

Segundo a TV Globo, ele recebeu um placebo, uma substância inócua, e não a vacina.

Apesar da gravidade do caso, o comitê independente recomendou a continuação da pesquisa coordenada no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A Anvisa disse que “o processo está em avaliação”.

A Astrazeneca também não se manifestou sobre a morte do voluntário.

Os testes começaram no Brasil em junho.

Pelo acordo, o governo federal deve receber 100 milhões de doses no primeiro semestre de 2021, caso as pesquisas confirmem a eficácia e a segurança do produto.

No segundo semestre, a Fiocruz vai produzir mais 165 milhões de doses.

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